Chove chuva, chove sem parar…

Nestas minhas férias, estou vivendo dias de “clima ruim”, assim classificaria a mídia nacional na previsão do tempo.

Para quem vivencia o calor intenso de Teresina, que há poucos dias sacrificava seus moradores com temperaturas acima dos 40 graus, chuva é uma bênção.

A foto ao lado foi tirada da sacada do apartamento da minha família, há cerca de 20 minutos. E chove desde ontem.

Retratos do Piauí

Já faz alguns dias que o programa foi exibido, mas não custa registrar, até pelo caráter das matérias.  O “Câmera Record” do último dia 5 retratou  aspectos curiosos e singulares do meu Piauí. Assistam e conheçam as belezas do Estado e os hábitos do piauiense.

Parte 1
http://www.mundorecord.com.br/play/1c5198bc-4c9b-4095-ac50-54c315e0b7be

Parte 2
http://www.mundorecord.com.br/play/b84810d0-d9f1-44a2-a5ae-8a5a73e2b338

Compartilhe este post
Bookmark and Share

Querem me tornar um paraense

Estampa da bandeira do Pará

Estampa da bandeira do Pará

Fui surpreendido. Um amigo me presenteou uma camisa na qual o destaque é a bandeira do Pará. Presente este que tem caráter simbólico forte, afinal, sou piauiense e me orgulho disto. Lembram quando o presidente Lula pôs o boné do MST na cabeça? O ato rendeu muitas discussões. Guardadas as devidas proporções, a comparação faz sentido ao me fazer refletir sobre o presente e o futuro. Para fazer um teste sobre a repercussão, vesti a camisa ao ir para o trabalho. E rendeu bastante… rs. As pessoas olhavam surpresas e diziam: “Olha já! Virou paraense mesmo?”. É engraçado. Confesso que ao chegar a Santarém a adaptação foi bastante difícil. Meus amigos e familiares ficaram distantes; meus planos de consolidar uma carreira como jornalista de redação foram suspensos; a aprovação no concurso também significou o término de um namoro; etc. Estava zerando a minha vida. Era a primeira vez que me afastava do Piauí. Mas era a hora de arriscar, de tentar. Sempre procurei adotar esta postura. E mudar para uma cidade que eu nem sabia localizar no mapa era um desafio. E vim e não me arrependi. Dois anos e meio depois, adquiro conhecimento ao trabalhar num ramo diferente da Comunicação, vivo experiências que me rendem mais maturidade e discernimento e tenho a oportunidade de conhecer a região mais cobiçada do mundo. O crescimento se dá como jornalista e como homem. São momentos – bons e ruins – que ficarão guardados na memória. Hoje, vivo e escrevo novas histórias, com finais, espero eu, felizes. O meu Piauí, entretanto, fica e sempre ficará como meu porto seguro, o meu lar. Quando retornarei em definitivo? Deixo a interrogação. Nem eu mesmo sei. Digamos que eu ainda queira me permitir descobertas, mas sem perder os laços pessoais e profissionais com a minha terra.