O que dizem os astros sobre os comunicadores?

Eu não faço o tipo esotérico, mas achei curiosa uma matéria da revista “Comunicação Empresarial”, editada pela Aberje. A astróloga Sílvia Bacci montou perfis de comunicadores de acordo com os signos. Eu atentei para o meu, Sagitário, e confesso que curti o que ela escreveu: “O sagitariano pensa grande. Com espírito aventureiro, ajuda as corporações a expandir seus horizontes em termos de comunicação e relacionamentos. Ações que envolvem relações internacionais e
interação com outras culturas, como representar a empresa em viagens, são desafios que ele aprecia. É fácil para quem é de Sagitário compreender realidades muito diferentes da sua e pensar em atrativos de divulgação junto ao público estrangeiro. Outro tema sagitariano é a ética. Os aspectos jurídicos que envolvem a comunicação têm neste profissional um gestor bastante sintonizado. Este nativo adora ensinar, tanto na faculdade de Comunicação quanto em seu ambiente de trabalho”. Astróloga Sílvia Bacci, Revista Comunicação Empresarial nΘ 80, ano 21/2011.

Download free – Livro aborda monitoramento de mídias sociais

Fonte: Jornalistas da Web

Difundir reflexões de profissionais que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais. Esse é um dos objetivos do e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais”, organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento e mensuração, e publicado na Web nesta segunda-feira (16).

A publicação abrange uma gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.

Fruto de um esforço coletivo de 27 autores, o documento de 165 páginas possui formato que se inspira nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”. Entre os autores, estão analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

Psol recorre ao STF para impedir políticos de serem donos de rádio e TV

Fonte: Agência Câmara

O Psol entrou com ação no Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira, pedindo a proibição das outorgas de rádio e televisão a políticos. O partido argumenta que a prática fere diversos preceitos constitucionais, como o que impede deputados e senadores de manterem contrato com o poder público ou serem sócios de empresas que o façam.

 

A ação pede ainda que no julgamento do mérito, o Supremo ordene que políticos que exerçam mandato eletivo se retirem das empresas de radiodifusão em 30 dias.

 

Democratização dos meios

A ação foi elaborada em parceria com o Intervozes, entidade que milita pela democratização dos meios de comunicação. O grupo fez um levantamento cruzando dados do Tribunal Superior Eleitoral e da Agência Nacional de Telecomunicações e chegou ao número de 41 deputados federais e 7 senadores que são acionistas diretos de emissoras de rádio ou televisão.

 

O Intervozes procurou vários partidos com representação no Congresso pedindo apoio para a ação, mas só o Psol abraçou a iniciativa. Para o líder do partido, deputado Chico Alencar (RJ), essa prática histórica de controle político dos meios de comunicação adultera o processo eleitoral. “No período de campanha, então, isso fica mais explícito. Ainda que eles não apareçam diretamente é evidente que a cobertura de matérias supostamente jornalísticas sempre favorece esses proprietários que são também candidatos que estão no mundo da política. Isso limita nossa democracia. Isso é um coronelismo eletrônico no século 21, inaceitável”.

 

O deputado Ivan Valente (Psol-SP) espera que o Supremo confirme rapidamente o pedido de liminar. “Que os políticos não possam mais ser proprietários dos meios de comunicação, que a Câmara não possa renovar a licença dessas pessoas e mais que isso: que o Judiciário impeça a diplomação e o Legislativo não dê posse àqueles que forem eleitos desrespeitando a Constituição”.

 

A ação

A Ação é uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) com pedido de liminar para que o Supremo proíba o Poder Executivo de outorgar ou renovar, a partir da data da liminar, concessões, permissões e autorizações de radiodifusão a pessoas jurídicas que possuam entre seus sócios políticos titulares de mandato.

 

No julgamento do mérito, a ação pede que o Supremo ordene que políticos que exerçam mandato eletivo se retirem das empresas de radiodifusão em 30 dias. O Psol requer ainda que o STF determine que o Poder Judiciário não mais diplome políticos eleitos que sejam sócios ou associados de empresas de radiodifusão e que o Poder Legislativo não mais dê posse a políticos eleitos que sejam sócios dessas empresas.

 

Entre os artigos da Constituição citados está o 54, que impede titulares de mandato eletivo de terem contratos com o Poder Público.

Lançamento – Comunicação, Tempo, História – Tecendo o Cotidiano em Fios Jornalísticos

Comunicação, Tempo, História - Tecendo o Cotidiano em Fios Jornalísticos

Autor: Letícia Cantarela Matheus
Editora: Mauad Editora Ltda
Gênero: Comunicação
Páginas:240

Resumo do livro
Fonte: livrox

“Neste trabalho, os jornais são fontes de dados e, ao mesmo tempo, objeto de reflexão, construindo uma argumentação complexa. Dois grandes movimentos fundamentam essa reflexão inovadora. O primeiro consiste em problematizar o regime de tempo que organiza as narrativas jornalísticas que operam nas dimensões de duração, de distância e de permanência, todas elas relacionadas à substância do passado. Memória, tradição e história seriam termos correlatos nessa operação de construir uma imagem do passado pelo presente apresentada pelas edições comemorativas. No segundo, o regime de tempo apresentado opera nas dimensões do fluxo, movimento, mudança, que seriam as categorias relacionadas à substancia do futuro. Acontecimento, notícia e novidade seriam termos correlatos nessa outra operação de construir imagens do futuro pelo presente. Nessa operação de sentido, o que de fato deve ser valorizado é o estranhamento do cotidiano como a dimensão de presentificação dos múltiplos ritmos temporais que projetam o futuro. A obra possibilita o feliz encontro dos estudos históricos com os estudos de mídia, reafirmando a natureza intertextual da narrativa jornalística. Vale ressaltar que a clareza do estilo e a forma generosa com que a autora argumenta garantem ao leitor um lugar cativo na leitura desse trabalho”.

Opção de compra: Livraria Olx

Download – Metodista disponibiliza nova edição da revista “Comunicação & Sociedade”

A Universidade Metodista de São Paulo disponibilizou na web a mais recente edição da revista “Comunicação & Sociedade”, publicação mais antiga do gênero no Brasil. O conteúdo pode ser acessado e armazenado gratuitamente. Abaixo, a lista de artigos.

Ensaio

O valor do conhecimento e da divulgação científica para a construção da cidadania
Graça Caldas 7-28

Artigos
A narrativa fotográfica e o serviço de proteção ao índio: a representação do indígena integrado
Paulo Humberto Borges 29-59

O Desafio da Formação de Leitores de Jornais Impressos no Interior do Rio Grande do Sul: Quando a Palavra Faz Sentido
Geder Luis Parzianello 61-80

Algumas considerações sobre inovações tecnológicas na comunicação brasileira
Dra Flailda Garboggini Garboggini 81-102

Confiança e precaução: a relação entre ciência e sociedade na revista Galileu
Natalia Flores, Ada Silveira 103-124

A comunicação comunitária na contramão da cidadania: o caso da Rádio São Francisco FM
Luzia Yamashita Deliberador, Mariana Ferreira Lopes 125-147

Projetando a sociedade do futuro: uma reflexão sobre os impactos da globalização e das tecnicidades os cidadãos
Julie Reichert, Alberto Efendy Maldonado 149-171

O escândalo do Tráfico de Influência em pauta: uma análise sobre os “modos de dizer” de Veja e IstoÉ
Edson Fernando Dalmonte, Michele Tavares 173-209

“Mãe também é gente”! E quem foi que disse que não era? Estereótipos sobre a mulher na revista Pais&Filhos
Ariane Carla Pereira 211-231

De Volta ao Mundo das Idéias: O fetichismo ambiental no discurso midiático da sustentabilidade
Isac de Souza Guimarães 233-263

O papel da retórica na construção da identidade do jornalista
Fernanda Lima Lopes 265-285

Resenhas
Hackerismo e jornalismo
Rogério Christofoletti 287-293

E o Pará se mantém grande. Maioria vota contra Tapajós e Carajás

Como já apontavam as pesquisas de opinião do instituto Datafolha, a maioria da população votou contra a divisão do Pará. Com relação ao Estado do Tapajós, 66,08% do eleitorado (2.344.654) disse não ao novo ente federativo e 33,92% (1.203.574) optou pela emancipação da região Oeste do Pará.

Na consulta ao Estado do Carajás, a rejeição do paraense foi um pouco maior: 66,60% dos eleitores (2.363.561) votaram não e 33,40% (1.185.546) preferiam o Sul/Sudeste do Pará como um novo Estado.

Em relação à última pesquisa Datafolha, as urnas revelaram uma vantagem dentro da margem de erro para o movimento contrário à separação.

Impressionou o índice de abstenção, apesar do tom emotivo da campanha: 1.246.646 eleitores não foram às urnas, o que equivale a 1/4 do total.