Eu não faço o tipo esotérico, mas achei curiosa uma matéria da revista “Comunicação Empresarial”, editada pela Aberje. A astróloga Sílvia Bacci montou perfis de comunicadores de acordo com os signos. Eu atentei para o meu, Sagitário, e confesso que curti o que ela escreveu: “O sagitariano pensa grande. Com espírito aventureiro, ajuda as corporações a expandir seus horizontes em termos de comunicação e relacionamentos. Ações que envolvem relações internacionais e
interação com outras culturas, como representar a empresa em viagens, são desafios que ele aprecia. É fácil para quem é de Sagitário compreender realidades muito diferentes da sua e pensar em atrativos de divulgação junto ao público estrangeiro. Outro tema sagitariano é a ética. Os aspectos jurídicos que envolvem a comunicação têm neste profissional um gestor bastante sintonizado. Este nativo adora ensinar, tanto na faculdade de Comunicação quanto em seu ambiente de trabalho”. Astróloga Sílvia Bacci, Revista Comunicação Empresarial nΘ 80, ano 21/2011.
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Psol recorre ao STF para impedir políticos de serem donos de rádio e TV
Fonte: Agência Câmara
O Psol entrou com ação no Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira, pedindo a proibição das outorgas de rádio e televisão a políticos. O partido argumenta que a prática fere diversos preceitos constitucionais, como o que impede deputados e senadores de manterem contrato com o poder público ou serem sócios de empresas que o façam.
A ação pede ainda que no julgamento do mérito, o Supremo ordene que políticos que exerçam mandato eletivo se retirem das empresas de radiodifusão em 30 dias.
Democratização dos meios
A ação foi elaborada em parceria com o Intervozes, entidade que milita pela democratização dos meios de comunicação. O grupo fez um levantamento cruzando dados do Tribunal Superior Eleitoral e da Agência Nacional de Telecomunicações e chegou ao número de 41 deputados federais e 7 senadores que são acionistas diretos de emissoras de rádio ou televisão.
O Intervozes procurou vários partidos com representação no Congresso pedindo apoio para a ação, mas só o Psol abraçou a iniciativa. Para o líder do partido, deputado Chico Alencar (RJ), essa prática histórica de controle político dos meios de comunicação adultera o processo eleitoral. “No período de campanha, então, isso fica mais explícito. Ainda que eles não apareçam diretamente é evidente que a cobertura de matérias supostamente jornalísticas sempre favorece esses proprietários que são também candidatos que estão no mundo da política. Isso limita nossa democracia. Isso é um coronelismo eletrônico no século 21, inaceitável”.
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) espera que o Supremo confirme rapidamente o pedido de liminar. “Que os políticos não possam mais ser proprietários dos meios de comunicação, que a Câmara não possa renovar a licença dessas pessoas e mais que isso: que o Judiciário impeça a diplomação e o Legislativo não dê posse àqueles que forem eleitos desrespeitando a Constituição”.
A ação
A Ação é uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) com pedido de liminar para que o Supremo proíba o Poder Executivo de outorgar ou renovar, a partir da data da liminar, concessões, permissões e autorizações de radiodifusão a pessoas jurídicas que possuam entre seus sócios políticos titulares de mandato.
No julgamento do mérito, a ação pede que o Supremo ordene que políticos que exerçam mandato eletivo se retirem das empresas de radiodifusão em 30 dias. O Psol requer ainda que o STF determine que o Poder Judiciário não mais diplome políticos eleitos que sejam sócios ou associados de empresas de radiodifusão e que o Poder Legislativo não mais dê posse a políticos eleitos que sejam sócios dessas empresas.
Entre os artigos da Constituição citados está o 54, que impede titulares de mandato eletivo de terem contratos com o Poder Público.
Lomografia – 4º rolo de filme – La Sardina
Câmera: La Sardina Fischers Fritze
Filme: Fujicolor iso 100
Data: Julho/2011
A reprodução das imagens é livre, desde que sem fins comerciais e com o devido crédito – http://www.lomography.com.br/homes/lgcorporativo
Apresentação – Revistas brasileiras e o uso de aplicativos móveis
Senado – Agora é a vez do Android
Em março deste ano, anunciamos aqui neste blog o lançamento de um aplicativo do Senado brasileiro para aparelhos Apple. Hoje, ao acessar o site da Agência Senado, vi que já está disponível o app para aparelhos Android, sistema operacional do Google. Com app’s nas duas plataformas, a instituição consegue ampliar e diversificar seu público em potencial: isso porque os celulares Android estão mais baratos – já é possível encontrá-los por menos de R$ 500 – , enquanto os da Apple ainda permanecem caros – acima de R$ 1 mil.
O Senado é uma das poucas instituições públicas brasileiras que abriu os olhos para a comunicação móvel e criou aplicativos para aparelhos portáteis. O Banco do Brasil é um outro exemplo.
Lomografia – Catraias
Santarém, Pará. Câmera: Diana Mini Petite Noire. Filme: Kodak Color Iso 400 35 mm.









