Conheça os cinco jornais de melhor design no mundo

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A 33.ª edição do prêmios anual da Society for Newspaper Design (SND) selecionou os cinco jornais com melhor design do mundo. Foram escolhidos nesta edição como melhor layout o National Post e o The Grid, do Canadá; o Excelsior, do México; o Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, da Alemanha e o Politiken, da Dinamarca.

No comunicado divulgado, os pelos jurados da premiação afirmam que “as cinco publicações que selecionamos para a categoria de Melhor do Mundo são muito diferentes entre elas, seja no nível tipográfico, seja no nível estilístico”.

Os jurados do concurso deste ano foram Bill Gaspard, do China Daily, Scott Goldman, do The Indianapolis Star e IndyStar.com, Rhonda Prast, do Missouri School of Journalism, Søren Nyeland, do Politiken e Bob Unger, do The Standard-Times.

Do blog: No site da Society for Newspaper Design, você confere os detalhes da premiação e mais informações sobre os jornais premiados. 

Fontes: Portal Imprensa e SND

Internet mais perto de chegar ao campo

Português: Ministro das Comunicações do Brasil...

Image via Wikipedia

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, estará nesta quinta-feira, 16 de fevereiro, na cidade paranaense de Morretes, a 74 quilômetros de Curitiba, onde vai ser lançado o projeto-piloto de testes de uso da faixa de 450 MHz para levar serviços de telecom ao campo. A estimativa é que mais de 24 milhões de pessoas em todo o Brasil sejam beneficiadas pelo sistema depois que a tecnologia começar a ser efetivamente implementada.

Dentro da política do Governo Federal de ampliação do acesso aos serviços de telecomunicações, a faixa de 450 MHz foi destinada para o atendimento rural e áreas remotas, devido a sua característica técnica de possibilitar a cobertura de grandes extensões geográficas com menor custo. A estimativa é que a velocidade da conexão de dados seja de aproximadamente 300 kbps.

“Nós vamos testar o funcionamento da rede de 450 MHz. Então, veremos como vai se comportar a conexão para decidir como trabalhar no uso da freqüência”, afirma o ministro Paulo Bernardo.

O decreto nº 7.512/2011, assinado em junho do ano passado pela presidenta Dilma Rousseff, estabeleceu metas de universalização para serviços de telecomunicações. O decreto determina que o uso da faixa de 450 MHz deve promover a ampliação dos serviços de telecomunicações de voz e de dados nas áreas rurais e nas regiões remotas e fornecer banda larga, de forma gratuita, a todas as escolas públicas rurais situadas na área de prestação do serviço. A abrangência geográfica desses serviços deve ser de 30 quilômetros a partir da mancha urbana da cidade, em direção à área rural.

Os testes serão realizados nos municípios paranaenses de Morretes, Antonina e Realeza, além de Manaus e Brasília (localidades selecionadas por possuírem diferentes aspectos geográficos), e demonstrarão a importância da faixa de 450 MHz para levar telefonia fixa, telefonia móvel e banda larga para a população rural do Brasil.

O projeto-piloto de uso da faixa será realizado pela a empresa Oi, para verificar o comportamento da faixa em termos de capacidade de cobertura e velocidade de tráfego de dados em diferentes condições de campo.

O edital de licitação da faixa de 450 MHz deverá ser publicado em abril deste ano, pela Anatel, e o leilão deverá ocorrer no mês de maio.

Fonte: Ministério das Comunicações

Do blog: Algumas poucas áreas rurais do país têm acesso à internet. De fato, faz-se necessária uma política pública voltada a atender ao segmento da população que vive nesses locais. Da minha vivência no Oeste do Pará, tenho conhecimento do acesso à internet em parte da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, em Santarém, através do sinal da Vivo, e no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Juruti Velho, Município de Juruti (PA).

Download free – Livro aborda monitoramento de mídias sociais

Fonte: Jornalistas da Web

Difundir reflexões de profissionais que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais. Esse é um dos objetivos do e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais”, organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento e mensuração, e publicado na Web nesta segunda-feira (16).

A publicação abrange uma gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.

Fruto de um esforço coletivo de 27 autores, o documento de 165 páginas possui formato que se inspira nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”. Entre os autores, estão analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

Câmara incentivará cidadão a criar aplicativos de interatividade na web

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) anunciou que a Câmara vai promover concurso de aplicativos na web para a participação do cidadão nos trabalhos legislativos. A ideia do concurso é que os próprios cidadãos possam contribuir com sugestões para o portal e-Democracia. Ainda não há data prevista para o lançamento do concurso.

O anúncio foi feito no seminário “Participação Popular no Parlamento do Século 21”, promovido pela Comissão de Legislação Participativa, como parte das comemorações do aniversário de dez anos da comissão.

Paulo Pimenta, que propôs e coordena o seminário, anunciou também que, no dia 15 de junho, será lançada a nova versão do portal e-Democracia e uma comunidade virtual de combate às drogas. O ato de lançamento está previsto para as 14h30, no Salão Verde, e terá a participação do presidente da Câmara, Marco Maia.

Observatório da Web

No seminário de hoje, o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Wagner Meira apresentou o portal Observatório da Web (http://www.observatorio.inweb.org.br), que aproveita as potencialidades da internet para divulgar e analisar informações consideradas importantes para o cidadão.

O portal é uma ferramenta gratuita dedicada ao monitoramento de fatos, eventos e entidades na rede mundial de computadores em tempo real. Três versões do Observatório da Web já foram construídas: Observatório da Dengue, Observatório das Eleições 2010 e Copa do Mundo de Futebol. “O objetivo do portal é transformar, em tempo real, grande volume de dados em informações”, explicou.

No caso das eleições, uma das ferramentas disponibilizadas era a “Análise de Sentimentos”, que classificava em positivas ou negativas as menções aos candidatos à Presidência na internet. A ferramenta também mostrava qual candidato os usuários do observatório apoiavam, a partir das suas intervenções na rede.

O portal também conta com uma ferramenta chamada “Análise de propagação”, que analisa como algumas notícias são propagadas durante as eleições. “O maior formador de opinião durante as eleições era o site humorístico Kibe Loco”, disse.

Fonte: Agência Câmara

“Ipad brasileiro” deve começar a ser produzido em julho

iPad with on display keyboard

Image via Wikipedia

Com produção nacional, Ipad tende a ampliar liderança no mercado brasileiro. Quem tem interesse em tablets, melhor esperar para comprar o seu.

“Em entrevista ao UOL, ministro da Ciência e Tecnologia diz que os tablets terão o mesmo tratamento que os notebooks, com isenção de vários impostos. Apesar do prazo ser curto, a produção do iPad no Brasil começará em julho. É o que afirmou ontem (9/5) o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em entrevista ao UOL Tecnologia.

Segundo ele, os tablets terão os mesmos incentivos fiscais que são concedidos aos notebooks. Com isso, será possível baixar o preço desses equipamentos. “Ao longo das próximas semanas, essa questão [da isenção fiscal] estará resolvida”, declarou ele ao UOL.

De acordo com a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), como é importado, o aparelho da Apple paga todos os impostos atualmente: IPI (15%), Imposto de Importação (12%), ICMS (12%) e PIS/Cofins (9,25%). Se mudar sua classificação para computador e for realmente produzido no Brasil, o tablet terá desconto de cerca de 30%, com o PIS/Cofins sendo isento, o Imposto de Importação caindo para 10% e o IPI sendo alterado para 3% (redução de cerca de 80%), enquanto o ICMS deve ser mantido em 12%. A estimativa dos analistas de mercado é de que o ‘iPad brasileiro’ custe menos de 1 mil reais.”

Fonte: IDG Now

Propmark – ANJ discorda de regras da Apple na venda de conteúdo para Ipad

Nota do blogueiro

Esta é uma discussão bastante atual. Isso porque continua crescente a audiência e a influência da web e surgem novos dispositivos – e móveis – que ampliam o interesse do público pelo consumo de conteúdo digital. As publicações impressas, interessadas em obter formas alternativas de renda e se firmarem nesse novo contexto da mídia, têm elaborado aplicativos que lhes permitem vender conteúdo. A loja de aplicativos da Apple, Itunes, é a preferida do momento. A explicação é óbvia: o Ipad é, disparado, o tablet mais vendido no mundo. Entretanto, o avanço de marcas concorrentes, que têm optado pelo sistema operacional do Google, o Android, pode dar novos rumos ao mercado.

Enquanto o Android não obtém um pedaço significativo do mercado, o sucesso do tablet da Apple se sustenta na loja de aplicativos que o serve.

Exemplos de publicações brasileiras disponíveis na loja Android Market.

Revista Istoé
Istoé Dinheiro
Revista Época
Revista Veja

Exemplos de publicações brasileiras disponíveis na Apple appstore
O Globo
Folha de São Paulo
Auto Esporte
Istoé Dinheiro
Revista Galileu
Revista Época
Revista Veja

Veja entrevista com a presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Judith Brito, sobre a venda de conteúdo para Ipad. Fonte: site Propmark.

Por que a ANJ não concorda com a Apple em relação ao iPad?

- A posição da ANJ, e de praticamente todos os produtores de conteúdo no mundo, não se refere ao equipamento físico, ao “tablet” conhecido como iPad. O problema está na loja da Apple, por onde é preciso passar para baixar os aplicativos, gratuitos ou pagos, e também está nas condições impostas por esta loja para a comercialização das edições pagas.

Qual o pomo da discórdia?

- Pelo enorme sucesso de vendas do iPad, a Apple se considera capaz de impor condições aos jornais e produtores de conteúdo em geral. Não está claro se essas condições são as mesmas para todos, mas, ao que parece, a Apple cobra 30% de comissão sobre todas as transações e não permite a venda, dentro do aplicativo, de outros produtos do veículo. Além disso, a Apple exige que o comprador dê uma autorização para que ela repasse ao veículo os dados cadastrais deste mesmo comprador enquanto ela, obviamente, fica de posse destes dados.

Jornais brasileiros e europeus entendem que iPad é uma plataforma de distribuição?

- Sem dúvida o iPad é uma plataforma de distribuição. Junto com as dezenas de “tablets” que estão sendo lançados no mundo, serão utilizados por todos os produtores de conteúdo hoje impressos. A mobilidade que esses aparelhos permitem e sua “interface” amigável com o usuário são seus grandes diferenciais em relação às alternativas existentes.

Essa exigência inviabiliza o relacionamento dos jornais com o equipamento da Apple?

- Não inviabiliza, tanto que há muitas opções oferecidas aos usuários. Haverá produtores de conteúdo que irão aceitar as condições da Apple. No entanto, as grandes marcas mundiais dificilmente aceitarão tais limitações. A curto prazo, a Apple tem como bancar a queda de braço com os produtores. Mas a concorrência certamente obrigará a Apple a flexibilizar suas condições técnicas e comerciais. Virá a concorrência de “tablets” com outros sistemas operacionais, como o Android e o Windows 7, e o aparecimento de outras lojas. Veja o lançamento recente da loja da Amazon para dispositivos móveis Android. Isso sem falar das ações judiciais contra a Apple que começam a acontecer em alguns países.

Esse problema atinge outros tablets ou só o iPad?

- O problema não é do equipamento e sim da loja que comercializa o aplicativo. Se um veículo optar por utilizar um “site” ao invés de um aplicativo, ele poderá estar presente no iPad ou qualquer outro dispositivo móvel sem passar por qualquer loja.

Como deve ser o modelo?

- Não haverá um modelo único. Os produtores negociarão com as lojas – exclusivas de determinado equipamento ou não – as condições mais adequadas para seu caso. Haverá condições diferentes, dependendo de volumes de vendas de edições e assinaturas.

E como fica a questão da publicidade? Como é a divisão entre jornais e iPad?

- Não é lógica a tentativa de participação das lojas na veiculação comercial, assim como as bancas de jornais não participam da veiculação de jornais e revistas. Dificilmente um modelo com este vai prevalecer, pois, o que um grupo de comunicação cobra por um anúncio é impossível de ser controlado.