La Sardina – Filme Kodak Portra 160 NC – Agosto/2011

Este é o resultado de minhas andanças pelas ruas de Santarém (PA), nestes primeiros dias de agosto, experimentando minha câmera “La Sardina” e o filme Kodak Portra 160 NC, o qual imaginava que me renderia melhores imagens, com cores mais vibrantes e menos granulação.

Nesses três meses como lomógrafo, cheguei à conclusão de que os filmes iso 100/160 são pouco versáteis, diminuindo seu rendimento em dias nublados e nas fotos noturnas. O pior é que comprei uma “porrada” (rs) de filmes iso 100; são mais baratos (rs). Daqui em diante, só filmes iso 200 ou 400. No caso específico deste álbum, errei na intensidade do flash nas fotos noturnas.

Lomografia – Exposição “Piracaia”

Exposição organizada pelo Governo do Estado do Pará como parte do aniversário de 350 anos de Santarém. Imagens capturadas a partir da câmera analógica Diana Mini Petite Noire. Filme: Kodak Color 400 35 mm

A reprodução das imagens é livre, desde que sem fins comerciais e com o devido crédito – http://www.lomography.com.br/homes/lgcorporativo

Exposição "Piracaia"

Exposição "Piracaia"

Exposição "Piracaia"

Exposição "Piracaia"

Santarém – 350 anos



Santarém – 350 anos, um álbum no Flickr.

Galeria de imagens referente a apresentações musicais integrantes da programação comemorativa dos 350 anos do Município de Santarém, Oeste do Pará. Os shows “Amazonas do Tapajós” e “Canta Santarém”, ocorridos nos dias 19 e 22 de junho de 2011, respectivamente, reuniram artistas santarenos e de outros municípios do Pará; o repertório foi baseado na cultura amazônida.

O aniversário de Santarém é festejado no dia 22 de junho de cada ano.

Projeto de assentamento une culinária e folclore em Festival do Tacacá

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Culinária e manifestações folclóricas paraenses. O swing e o tempero caboclos. A caminho da praia mais bela do Brasil – Alter do Chão, eleita pelo jornal britânico The Guardian -, santarenos e turistas têm a oportunidade de imergir um pouco mais na cultura amazônida. Pelo quarto ano, comunitários do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte se uniram para promover o Festival do Tacacá, que iniciou no sábado e encerra hoje (5).

O tacacá, comida típica do Estado do Pará, é servido em abundância pelos agricultores familiares. Ana Pedroso Peixoto, 65 anos, assentada do PAE Eixo Forte, expressa, nos traços do rosto e no dom de manipular a mandioca, uma tradição que remonta aos povos indígenas. É com prazer que ela transmite aos mais jovens da família os segredos da extração do tucupi. “Para ser um tucupi especial, tem de ser natural, sem misturas, tirado da mandioca pura, aí, ele vai mostrar sua qualidade”, revela. O líquido amarelado é a base do tacacá.

Para agradar o paladar dos visitantes, Dona Ana conta que começou a trabalhar quatro dias antes do festival, “apurando”, como ela mesma fala, o tucupi extraído da mandioca. “Eu comecei a preparar na terça-feira. Todos os dias, eu fervia. Hoje [sábado], pus todos os temperos para ele ficar bem gostoso”, lembra, sorridente.

Nas barracas ornamentadas de forma rústica, o tacacá ganhava as misturas que o complementam: a goma, obtida a partir da tapioca, o camarão e o jambu, uma erva. Servido quentinho, em cuias customizadas para o festival, o tacacá de São Braz provocava prazer em quem o provava.

Cultura viva

Enquanto degustava o tacacá, o público assistia aos jovens da comunidade exibirem a sensualidade e a alegria do carimbó. Já as candidatas a Rainha do Tacacá carregavam o talento das artesãs locais em roupas confeccionadas a partir de produtos da floresta.

O festival também marcou o resgate de uma manifestação artística que surgiu em São Braz em 1955: a dança do pelicano. Mesmo sob improviso, Irlando Corrêa Pedroso conduzia a performance. Sob as vestes de um sacaca, uma espécie de curandeiro, ele transmitia a mensagem de preservação ambiental ao defender o pelicano do ataque do homem.

Trabalho coletivo que dá resultado

O Festival do Tacacá, que já faz parte do calendário de eventos de Santarém, mobiliza e incentiva a produção da comunidade de São Braz, onde residem aproximadamente 150 famílias. “Além de integrar a comunidade, o objetivo é fazer com que as pessoas vivam do agroextrativismo, no caso, através da mandioca e de um de seus derivados, o tucupi. Divulgamos a nossa culinária e a produção agrícola e queremos permanecer na nossa terra, produzindo e colhendo”, afirma o coordenador do festival, Madson Costa.

O presidente do Conselho Comunitário de São Braz, Izenildo Pedroso, informa que a arrecadação obtida com o festival será empregada na melhoria de espaços sociais em São Braz.

Festival de Parintins 2009. Veja fotos. Garantido campeão!

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