Release – Incra alcança a marca de 1.300 casas na Resex Tapajós-Arapiuns

Escondidas por enormes paredões naturais – rios e árvores -, milhares de famílias que vivem no coração da Amazônia estão conquistando o direito a uma moradia digna. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) fecha o ano de 2009 com a marca de 1.300 casas entregues na Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, unidade de conservação que abrange uma área de 647.610 hectares nos municípios de Santarém e Aveiro, Oeste do Pará. O investimento é estimado em R$ 8,2 milhões.

Para o casal Manoel Neves Galúcio, 68, e Maria da Luz Ferreira Galúcio, 67, o dia 7 de dezembro deste ano foi especial. Somente depois de 35 anos de casados, eles puderam concretizar o projeto de morar numa casa de alvenaria. Da antiga casa, só restam as lembranças e os resquícios do “chão batido”. “Minha antiga casa era toda de palha e o piso, de barro. Esta nova casa é ótima e muito bonita mesmo! Deu para acomodar bem a família”, comemora Maria Galúcio.

Na Resex Tapajós-Arapiuns, segundo Rosinaldo Santos dos Anjos, presidente da Tapajoara, entidade que representa a região, até o início da implantação de uma política de habitação por parte do Incra, em 2005, quase totalidade das famílias vivia em condições precárias. À medida que os técnicos do Incra avançam pelas 72 comunidades da Resex, mudam o cenário local e as perspectivas de vida. “Os moradores estão derrubando as casas de palha para ficar somente nas de alvenaria. A gente vê um grande avanço na qualidade de vida das famílias. A avaliação que fazemos é positiva”, afirma Rosinaldo Santos dos Anjos.

Quem visita Dona Sérgia Ferreira Miranda, 54, moradora tradicional da região que se transformou na Resex, enxerga concretamente a mudança em curso. A nova casa, de tijolos, cerâmica, portas de madeira e com água encanada, fica em frente à anterior, de palha e um único cômodo. “Para mim, foi um presente. Parece que estou no céu. O dia da mudança foi maravilhoso. Dormi bem, coisa que eu não conseguia na casa de palha”, relata Dona Sérgia, que faz planos. “Já comprei um armário. Vou comprar uma cama e um guarda-roupa”, acrescenta.

Os jovens moradores da Resex Tapajós-Arapiuns também são beneficiados com novas casas. A dona de casa Ivailza Ferreira Amorim, 26, e o marido, Madson Lopes dos Santos, 29, também trocaram uma casa de palha por uma de alvenaria. Ela destaca a condição de proporcionar mais conforto e segurança para os filhos. “Antes, os escorpiões ficavam no meio das palhas e podiam cair em cima das crianças”, lembra Ivailza, que hoje se diz mais segura.

Acordo que dá resultado

Embora a competência originária do Incra seja a de atuar em áreas de reforma agrária, um acordo entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) permite à Autarquia reconhecer as famílias que vivem na Resex Tapajós-Arapiuns e, por consequência, implementar políticas públicas de desenvolvimento.

As casas que atualmente são erguidas na Resex têm o Crédito Aquisição de Material de Construção repassado pelo Incra como fonte dos recursos. Para cada família, R$ 15 mil são revertidos em material e mão de obra. Cada moradia tem aproximadamente 50 metros quadrados, com sala, cozinha, dois quartos, banheiro e área de serviço. A planta é definida pelas próprias famílias beneficiadas.

“Esse programa dá um impulso muito grande para as comunidades, permitindo o desenvolvimento sustentável e uma qualificação na vida destas comunidades”, destaca o superintendente regional do Incra no Oeste do Pará, Luciano Gregory Brunet. Além das 1.300 casas entregues, ele informa que outras 200 estão em construção em 14 comunidades.

Lançada 5ª edição da Revista de Comunicação e Epistemologia da UCB

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Abaixo, segue a lista dos temas abordados na edição. Para ter acesso ao conteúdo da revista mantida pela Universidade Católica de Brasília, clique aqui.

Cultura escriptural e identidade pessoal
Bernard Rey

Ilusão e realidade: uma visão da interação contemporânea
João Artur Izzo

Os blogs de notícias e a possibilidade de reconstituição da esfera pública
Elen Geraldes

Novas dinâmicas no espaço-tempo da comunicação: conflitos identitários
Denise Azevedo Duarte Guimarães

Representações da carreira e do trabalho em revistas femininas: reflexões sobre novos e velhos discursos
Luiza Mônica Assis da Silva,Ana Lúcia Galinkin

Indivíduos e o acúmulo de imagens frente às novas tecnologias da informação na pós-modernidade
Leticia Oliveira

Júlia, Sabrina e outras mulheres: os romances do coração como fenômenos de Comunicação
Liliane Machado,Elen Geraldes

Por Dentro da Comunicação Interna

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Tema de máxima importância para diferentes academias, fazia falta um livro que tratasse de suas questões mais essenciais. Este se divide em duas partes: Perspectiva Histórica e Teórica da Comunicação Interna e Conceitos, Ferramentas e Estratégias. Os textos também procuram lançar luz sobre os tópicos menos óbvios e, paradoxal como pareça, os mais fundamentais para a comunicação intramuros. Nesse sentido, é simbólico que os autores (professores, pesquisadores e profissionais) sejam residentes em diferentes regiões geográficas do país, com atuação interdisciplinar e longos anos dedicados à investigação do assunto.

Profissionais, estudantes e curiosos sobre o tema hão de se deleitar com estes artigos, fruto de extensas pesquisas e discussões sobre a área, tão cara às análises das academias de Administração de Empresas, Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Marketing. Diretores, gerentes, assessores e supervisores, entre outras funções, têm aqui uma oportunidade: repensar a Comunicação com os empregados e seus familiares. Pelo bem dos negócios e das pessoas.

Para adquirir o livro, acesse o site da editora Champagnat.

Metamorfoses jornalísticas 2: a reconfiguração da forma

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Pensar em jornalismo no cenário atual implica refletir sobre reconfigurações, seja por meio do surgimento de novos dispositivos ou da complexificação daqueles que desde há muito existem. Isso porque o ambiente de profunda imersão tecnológica em que o jornalismo se encontra, ao afetar a processualidade deste, também reconfigura suas formas.

É que se observa por meio do uso de wikipédia, blogs, microblogs, além das redes sociais para o exercício da prática; do alvorecer dos jornalismos móvel e midiatizado, ou, ainda, das afetações que ocorrem no telejornalismo; nos jornais; nas revistas; no radiojornalismo; na fotografia; nos documentários e no que toca à questão dos gêneros. A comunicação como um todo, e, em particular o jornalismo, está diante de mudanças das formas do fazer e do acessar com a emergência de novas práticas ambientadas neste contexto.

Para ter mais informações e adquirir o livro, acesse o site da editora Unisc.

Webjornalismo. Política e jornalismo em tempo real

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No próximo dia 14 acontece, no Rio de Janeiro, o lançamento do livro “Webjornalismo. Política e jornalismo em tempo real”, do jornalista e cientista político Juliano Borges.

Fruto da tese de Comunicação Política defendida por Borges no Iuperj, o livro mapeia o processo de elaboração da informação nos webjornais – da definição de pautas à publicação da notícia – considerando as novas rotinas profissionais, a interação com o jornal impresso, e esclarece como as mudanças trazidas pelo webjornalismo afetam a comunicação política.

Para os que tiverem interesse em adquirir, o livro está disponível pela Editora Apicuri, pelo telefone (21) 2533-7917 ou pelo email vendas@apicuri.com.br.

Leia mais em Jornalistas da Web.