Sugestão de Pauta – Incra agiliza liberação de créditos para atender famílias atingidas pelas cheias em Santarém (PA)

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Sugestão de Pauta

 

Santarém (PA), 14 de maio de 2009

Incra agiliza liberação de créditos para atender famílias atingidas pelas cheias

O órgão entregará madeira e cestas básicas no sábado (16). Ao todo, 12 comunidades do PAE Aritapera serão contempladas durante o final de semana.

Data, hora e local de saída: dia 16, às 8 horas, do terminal fluvial turístico da orla. O deslocamento, que ocorrerá de lancha, dura cerca de 1h. Aguardo confirmação, até amanhã, para reservarmos vagas na lancha. Caso não seja possível a ida de uma equipe ao local, estamos à disposição para atender previamente um (a) repórter.

Quem acompanhará a entrega?

Superintendente regional do Incra em Santarém, Luciano Brunet

A madeira

No PAE Aritapera, existe uma demanda de madeira para 130 famílias. Nesse final de semana, cerca de metade delas começam a receber o material. A entrega se dará de forma parcial em virtude da limitação do mercado santareno em ofertar maior quantidade em situação de legalidade.

As cestas

Serão entregues 100 cestas básicas nesse final de semana. Elas foram doadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

O trabalho continua no PAE Aritapera

Nas próximas semanas, o PAE Aritapera tem outras entregas programadas de alimentos, madeira, ferramentas agrícolas e material pesqueiro. Na primeira etapa de aplicação do Crédito Apoio Inicial, serão atendidas 260 famílias e investidos R$ 815 mil.

Ações em PAE’s

Atualmente, o Incra está operacionalizando a liberação do Crédito Apoio Inicial nos PAE’s Aritapera, Ituqui, Urucurituba e Tapará – todos em Santarém – para atender, nessa etapa, 810 famílias. Para cada família, são destinados R$ 3.200 em produtos. A entrega ocorrerá gradualmente.

Técnicos do Incra são capacitados para atuar na várzea

Release encaminhado à imprensa hoje. Legal ver a continuidade do trabalho nos projetos de assentamento criados na várzea. É possível perceber o esforço de colegas do Incra em ver as políticas públicas chegarem a populações que passaram tantos anos excluídas. A partir deste mês, as famílias começam a receber recursos em créditos e, em breve, assessoria técnica.

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Santarém (PA), 13 de maio de 2009

No Oeste do Pará, existem aproximadamente 40 assentamentos de várzea, onde há populações com modos de vida bem distintos de quem reside na terra firme. Para atuar nessas áreas, que exigem uma grande preocupação com a preservação ambiental, técnicos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) estão em capacitação, que iniciou ontem (12) e se estende até o dia 15. O trabalho é coordenado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), que possui 14 anos de experiência na várzea.

No foco da oficina – a segunda envolvendo técnicos do Incra e do Ipam -, está a gestão integrada dos recursos naturais de várzea em assentamentos, informa o coordenador do Projeto Várzea, David Macgrath. Entre os temas em abordagem, figuram a mobilização e a organização social das comunidades de várzea; e programas de desenvolvimento, como o manejo pesqueiro comunitário e de animais silvestres.

A oficina faz parte do convênio assinado, em dezembro de 2007, entre o Incra e o Ipam, no valor de R$ 2.280.449,20. A parceria prevê a elaboração de Planos de Utilização (PU’s) e Projetos Básicos (PB’s) – estudos que fazem parte do processo de implantação de assentamentos – em 15 Projetos Agroextrativistas (PAE’s). Estes estão localizados nos municípios de Santarém, Alenquer, Curuá, Óbidos e Prainha.

Balanço parcial – Como saldo parcial do trabalho nos 15 PAE’s que integram o convênio entre o Incra e o Ipam, foram concluídos os planos de utilização de 14, dos quais oito já analisados pelo Incra. Todos os PU’s serão publicados no Diário Oficial da União (DOU).

Concluídos os PU’s, que são uma espécie de estatuto do assentamento, a fase posterior corresponde à entrega dos Projetos Básicos, nos quais são previstos itens como a implantação de infra-estrutura. Esse estudo também embasará o pedido de Licença de Instalação e Operação (LIO) dos PAE’s de várzea.

Benefícios para a várzea – O superintendente regional do Incra em Santarém, Luciano Gregory Brunet, acrescenta que já iniciou a operacionalização para a liberação de créditos e a prestação de assessoria técnica para os ribeirinhos na várzea. Esse último trabalho está sob a responsabilidade da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) do Pará.

Ana Paula Padrão na Record

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Embora tenha passado quatro anos no SBT, Ana Paula Padrão ainda tem a cara da Globo. E é nisso que aposta a Record, que efetuou a contratação da jornalista, a qual admiro. Tem postura ética e preza pela qualidade daquilo que faz.

Eu torço para que o trabalho de Ana Paula seja melhor aproveitado que na emissora de SS. No SBT, o jornalismo, do mesmo modo que o entretenimento, não tem dia e nem hora certa. Vive a instabilidade da programação.

Âncora novamente

Na Record, Ana Paula Padrão assume a bancada do “Jornal da Record” ao lado de Celso Freitas. Ana Paula Araújo, também ex-global, muda-se para Nova York, onde atuará como correspondente.

“Voltei porque o mercado pediu”, diz Ana Paula Padrão

Incra entrega casas no PDS Esperança

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Release encaminhado à imprensa no último dia 30 de abril. É bem gostoso perceber como o nosso trabalho pode mudar vidas. A personagem inicial desta matéria é uma conterrânea, do Município de União, que fica a 59 quilômetros da capital piauiense, Teresina.

Uma casa de barro, de chão batido e coberta de palha. A moradia da qual a assentada Francisca Alves, 44 anos, tinha vergonha. A alguns metros, entretanto, o marido e os filhos se empenhavam em erguer o sonho da casa própria. “Vou ter mais espaço, me sentir melhor, e meus filhos vão viver num local mais adequado. Eles merecem”, planeja a agricultora. Daqui a alguns dias, a família se muda para uma casa construída em regime de mutirão no Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Anapu I, mais conhecido como Esperança, localizado no Município de Anapu (PA).

No assentamento, as famílias dão exemplo e mostram que a organização social faz a diferença. Os assentados do PDS inovaram ao tomar a iniciativa de eles próprios construírem as casas em vez de assinar contrato com uma construtora. A economia no gasto com mão-de-obra propicia melhor acabamento das unidades habitacionais e engajamento na fiscalização e conclusão das obras, que se dá em conjunto com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O órgão investe R$ 7 mil por família através do Crédito Aquisição Material de Construção.

“Fizemos todo um levantamento e vimos que poderíamos construir uma casa melhor envolvendo a comunidade num processo coletivo. Propomo-nos a fazer algo de qualidade para servir de modelo para outras regiões. O resultado inicial é bem satisfatório”, avalia Fábio Souza, presidente da associação representativa do PDS Esperança. O assentamento é conhecido internacionalmente em virtude da luta empreendida pela missionária americana Dorothy Stang.

Na opinião do agricultor Luís Brito, 45 anos, o regime de mutirão também dá mais segurança ao assentado no sentido de que a casa atenda ao gosto e às necessidades de cada família. “Acompanhei do baldrame até a pintura. É isso que a gente pedia”, relata Brito, que fazia, ele próprio, os últimos ajustes no acabamento na casa.

No último dia 29 de abril, durante o encerramento de uma oficina promovida para os assentados, foram entregues, simbolicamente, três casas no PDS Esperança. Outras 10 já foram concluídas e 33 estão em construção, com previsão de término das obras até meados de julho. Com 47 metros quadrados, cada casa possui sala, cozinha, dois quartos e banheiro.

“Essas casas têm um valor simbólico. É o primeiro trabalho de mutirão. Mostra a parceria na proposta do Incra de melhorar a qualidade de moradia dos assentados”, destaca o superintendente regional do Incra em Santarém, Luciano Gregory Brunet.

Santarém (PA) debaixo d’água

Após uma seqüência de dias chuvosos, a água dos rios Tapajós e Amazonas, que exercem influência sobre a cidade de Santarém (PA), alcançou um nível insuportável para as vias urbanas. A conseqüência: alagamento.

Embora as áreas mais atingidas sejam as periféricas, carentes de infraestrutura básica, as que mais se tornam visíveis para a população e os turistas são a orla e o centro comercial.

Há alguns dias, a imprensa local informava que neste ano já choveu mais que em 2006, quando o índice pluviométrico chegou a um patamar que há muitos anos não se via. Hoje, já se fala que o nível do rio Tapajós é o maior dos últimos 30 anos.

Embora o rio não tenha conseguido transpor a orla – falta menos de um metro para que isto ocorra -, o escoamento ao longo da avenida que a margeia e do centro comercial já está comprometido.

Sem ter para aonde ir, a água da chuva acumula e invade o centro. A avenida Tapajós, a mais conhecida de Santarém em virtude da orla, está quase inteiramente interditada.

As bombas instaladas pela Prefeitura – uma delas não funcionava no dia 1º -  não suportam o volume d’água e seu funcionamento já não faz muito efeito. O dano ao comércio, ao tráfego de veículos e ao turismo já está caracterizado.

Quem mora próximo à orla tem de recorrer até a canoas para sair de casa. Empresas estão alagadas, assim como órgãos públicos, a exemplo da Marinha, cujos acessos para atendimento estão tomados pela água. No sábado (2), as pessoas tinham que andar sobre pontes improvisadas para entrar nas lojas. Uma situação tragicômica.

A cena é inédita para muita gente, especialmente os mais jovens. Não é à toa o movimento atípico na orla neste feriadão. Muita gente saiu de casa para ver de perto e tirar fotos – afinal, as imagens são mesmo históricas. Virou um programa familiar.

O fato é que ainda há muita chuva até meados de junho. A tendência é a situação da cidade se agravar.

Atualização em 24 de maio de 2012
2012 – A situação volta a se repetir
Cheia alaga pontos do centro comercial de Santarém (PA)