Círio de Nossa Senhora da Conceição – Trasladação

Clique aqui e veja imagens do Círio de Nossa Senhora da Conceição realizado em 2009.

A imagem peregrina de Nossa Senhora da Conceição saiu da Igreja Matriz para a Igreja de São Sebastião. A procissão, que faz parte do Círio 90, ocorreu na noite do último sábado (22), em Santarém (PA). É interessante ver como a fé reúne as famílias e aproxima as pessoas em geral. Embora distante da minha família, partilhei de um momento desta natureza ao lado de um amigo. Seguimos com uma tia e uma avó dele. Esta aproveitava o Círio – momento de reavivar a fé – para rever amigas de longas datas. Por sinal, as mulheres ainda sustentam as igrejas, embora os homens, em festas como o Círio, estejam mais presentes.

Obs:  a postagem das fotos poderia ter ocorrido antes, mas, pra variar, a internet em Santarém me impediu. Até amanhã, imagens do auge do Círio, na caminhada ocorrida ontem.

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Municípios do Oeste do Pará concentram os mais pobres do país

Os municípios de Pacajá e Porto de Moz, Oeste do Pará, figuram na lista dos que concentram os maiores índices de pobreza no Brasil, segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) divulgado, no último sábado (22), pelo jornal “O Estado de São Paulo”.

Numa escala de 0 a 0.4 – faixa inferior do ranking -, Pacajá e Porto de Moz empatam em 0,39. Nesse intervalo do Índice de Desenvolvimento Familiar (IDF), estão outras 32 cidades.

Entre os estados, Amazonas, Pará e Maranhão, nesta ordem, concentram o maior número dos pobres mais pobres.

A pesquisa desmistifica a imagem de que os nordestinos são os líderes quando se fala em miséria. Fico orgulhoso que o estado onde nasci, o Piauí, não está no topo do ranking. Até alguns anos atrás, a realidade era diferente.

A pesquisa implica numa série de reflexões sobre seu resultado, afinal, a Amazônia é tão rica e concentra os mais pobres, enquando no Nordeste, onde o povo ainda sofre com a rigorosa estiagem todos os anos, os indicadores sociais avançam.

Há de se considerar que tanto já se extraiu da floresta de forma irregular e, ainda assim, as desigualdades se mantêm, sinal de que a riqueza obtida com a exploração predatória se concentra nas mãos de poucos, que desfilam em suas pickups e mantêm casas luxuosas. Em contrapartida, situações análogas ao trabalho escravo ainda são recorrentes, principalmente no Pará.