# nature #life #flower #yellow
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Câmera: Horizon Kompkt
Filme: color negative
LomoHome/Lomography
Tumblr
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Câmera: Canon EOS 3000N
Filme: Konica 400 vx
Maio/2012
Santarém, Pará, Brasil
Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.
Aqui está um resumo:
4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 19.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 4 Film Festivals
Republicação de Consórcio do Livro Digital:
Embora tenha havido um avanço significativo nos equipamentos, aplicativos e plataformas para a leitura digital dos livros, neste momento de perceptiva mudança de paradigma, nós ainda não chegamos ao futuro; porque o futuro do livro ainda está sendo escrito. O que podemos pontuar até aqui é que um novo modo de se escrever, publicar, circular e ler os livros é o que dará força ou desequilíbrio ao vigente mercado literário.
A Impossible Project já disponibilizou em sua loja virtual o calendário 2013 com fotos Polaroid para cada dia do ano, tal qual fez este ano. É um item de bom gosto para ter em casa ou presentear. O calendário custa U$ 29, portanto, está isento de taxa de importação.
“Veículos alternativos de comunicação devem receber financiamento público”, defende o presidente da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), Renato Rovai. Para isso, ele propõe alternativas, como a criação de “critérios objetivos” para a distribuição das verbas oficias de publicidade por meio de lei.
O presidente da Altercom, que participou de audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para discutir o financiamento público de mídias alternativas, ressalta que já existem experiências bem sucedidas no País, como a compra de alimentos para as escolas públicas, com uma cota de 30% para a agricultura familiar. “Por que esse critério não pode ser utilizado para pequenas empresas de comunicação na hora de o governo comprar publicidade?”, questiona.
Rovai acrescentou que 100 milhões de brasileiros são usuários de internet, o que equivale a aproximadamente 50% da população do País. No entanto, apenas 6% das verbas publicitárias federais são destinadas a esse meio. “Quais são, então, os critérios técnicos utilizados?”, perguntou.
Eficiência
O diretor de Assuntos Legais da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Rodolfo Machado Moura, é contra a destinação de uma cota das verbas oficiais de publicidade a veículos alternativos. Em sua concepção, a escolha dos veículos que divulgam publicidade oficial deve, sim, obedecer a critérios de audiência. “O objetivo da publicidade governamental é dar publicidade aos atos oficiais, então tem de ser eficiente”, sustentou.
Para o financiamento dos veículos de comunicação alternativos, ele diz haver “outras formas”, como a utilização de recursos de fundos oficiais de fomento, por exemplo. Tanto Rovai quanto Brant também consideram essa uma boa alternativa. Mas garantem que, sozinha, não irá resolver o problema da concentração da mídia no País.
Conteúdo reproduzido da Agência Câmara
O Facebook apresentou nesta quarta (12) um site que faz um balanço das atividades de seus usuários pelo mundo. Entre os brasileiros, os assuntos que mais motivaram publicações foram a novela “Avenida Brasil” (Rede Globo), que produziu dois memes: a foto com plano de fundo da vinheta e o “é tudo culpa da Rita”. Surpreende no top 10 o ginasta Artur Zanetti, que, embora tenha conquistado uma medalha inédita para o Brasil em Olimpíadas, pratica um esporte que não é de ‘massas’ no país.
No item checkins, o Parque do Ibirapuera superou grandes pontos turísticos do Rio de Janeiro: as praias de Ipanema e Copacabana. Três empresas podem comemorar a divulgação gratuita oferecida pelo Facebook: os shoppings Iguatemi Fortaleza, Morumbi e Recife. Isso é um retrato da sociedade de consumo na qual vivemos.
Em se tratando de música, nossos artistas não fizeram tanto sucesso no Facebook entre os brasileiros. Apenas Luan Santana aparece no top 10, e Adele lidera com o maior número de canções entre as mais comentadas.
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados realizará hoje (12), a partir das 14h30, audiência pública para debater as formas de financiamento de mídias alternativas.
De acordo com a deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), que solicitou a realização da audiência, é premente a necessidade de se criar mecanismos que possam democratizar o acesso, a produção e a divulgação da informação.
Para a parlamentar, a internet derrubou barreiras e permitiu um maior acesso à informação. Ela cita como exemplo dessa explosão de comunicação o surgimento do movimento dos chamados “Blogueiros Progressistas”. Um movimento que permite a participação de toda sociedade: intelectuais, jornalistas, políticos, personalidades, formadores de opinião, estudantes, donas de casa, etc.
“Todos têm em comum necessidade de comunicar, produzir informação seja ela, política, cultural, educacional ou de formação. Existe assim, a necessidade de se criar mecanismos que possam democratizar o acesso, a produção e a divulgação da informação”, declarou Luciana Santos.
Para ampliar o debate sobre o tema, a Comissão de Ciência e Tecnologia criou a Subcomissão Especial para Analisar Formas de Financiamento de Mídias Alternativas.
Convidados: coordenador-executivo do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes), João Brant; diretor-executivo da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), Renato Rovai; presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slaviero; gerente-geral da TV Pernambuco (TVPE), Roger de Renor; e presidente da Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), Roberto Muylaert.
Conteúdo reproduzido do site da Agência Câmara.
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 3404/12, da deputada Sandra Rosado (PSB-RN), que disciplina a radiofrequência destinada aos serviços de televisão aberta. O objetivo da proposta, rejeitada no último dia 5 de dezembro, é criar regras de transição para o modelo de TV digital.
O projeto condiciona a utilização do espectro de radiofrequências pelas emissoras do sistema privado a pagamento anual por uso de bem público proporcional ao valor econômico do recurso. O uso do espectro de radiofrequências por emissoras públicas e estatais de televisão será gratuito.
Conforme a proposta, o agente público que estabelecer cobrança pelo espectro em patamar inferior ao valor econômico da radiofrequência será responsabilizado por ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário. A cobrança não se aplica às autorizações de uso já emitidas, suas respectivas renovações, e as que vierem a ser emitidas em função de procedimento de outorga já concluído ou em andamento, pelo prazo de 15 anos.
A comissão acolheu o parecer do relator, deputado Sandro Alex (PPS-PR), que foi contrário ao projeto. Ele afirma que a remuneração pelo uso do espectro de radiofrequência por parte dos operadores privados já está embutida no preço público que os ofertantes irão oferecer pela outorga no momento da licitação, e também pelos compromissos técnicos na grade de programação.
“Assim, a introdução de um elemento adicional de remuneração contínua pelo uso da radiofrequência faria com que os valores oferecidos na licitação se reduzissem, adequando-se à nova realidade que prevê pagamentos anuais”, disse.
Além disso, para o relator, “a delegação de competência para que o Poder Executivo defina, por meio de regulamento, o valor dos pagamentos e o índice de reajuste anual é excessivamente amplo e possibilita a manipulação política desses valores e indicadores para, por exemplo, inviabilizar economicamente o funcionamento de emissoras de televisão críticas ao governo federal”.
Tramitação
A proposta será analisada ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.
Conteúdo reproduzido do site da Agência Câmara
Ostra feliz não faz pérola by Rubem Alves
My rating: 4 of 5 stars
Este é um livro de crônicas, ou seja, contém textos que relatam experiências e impressões pessoais do autor, algumas triviais do cotidiano, outras de um passado distante, como da infância.
“Ah, como é gostoso comer pão lambuzado no amarelo mole do ovo! Era um momento de felicidade. Nunca me esqueci. Acho que quando enfio o pão no amarelo mole do ovo eu volto àquela cena da minha infância”.
Religião e educação são temas bastante presentes. Logo no início da obra, ele critica as pregações e os fieis e descreve uma situação vivida enquanto membro da Igreja Presbiteriana. Seus pensamentos são ousados e refletem um tom de decepção.
“O que eles [fieis] desejam ouvir é a confirmação de suas velhas idéias. Eles amam repetições e odeiam tudo o que perturba a sua paz”.
“Essas caixas de tijolo e cimento que os empresários da religião constroem para engaiolar o sagrado, na maior parte das vezes provoca-me o horror estético”.
“Judas foi um fiel instrumento de Deus para que a salvação se realizasse. Nenhum outro apóstolo contribuiu tanto para a salvação da humanidade quanto Judas. (…) Proponho a canonização de Judas”.
“Fez bem o papa em determinar que os católicos cumpram o mandamento de santificar o domingo. Domingo não é dia de diversão. Domingo é dia de devoção. Domingo é dia da Igreja. Eu não entendo as razões por que as seitas evangélicas não têm esse problema. Parece que os seus templos estão sempre cheios. Por quê? Deve haver alguma razão. Talvez porque, não tendo dinheiro para ir à praia, as reuniões nos templos se tornam uma alternativa alegre. A pobreza muito contribui para a santidade”.
“A tradição protestante não tem nada a ver com esses movimentos evangélicos. A tradição protestante não promete milagres, cultiva a razão, é profundamente ética (…)”.
Rubem Alves alfineta alunos e professores.
“De tanto ler as idéias de outros, os alunos se esquecem de que eles também podem pensar e que seu pensamento é importante. Excesso de leitura pode fazer mal à inteligência”.
“Alguém disse que a era dos filósofos acabou. Foi substituída pela era dos professores de filosofia, que ensinam o que os outros pensaram”.
Crítica ao vestibular.
“(…) esse estúpido sistema que muito contribui para a ruína da educação. Por isso, não dou a menor importância às fotografias dos que passaram em primeiro lugar…”. A afirmação é precedida do relato de uma conversa com um amigo professor, que lamenta ensinar algo que não está ligado à experiência viva dos estudantes e, segundo ele, sem sentido.
Algumas histórias são fantasiosas e parecem parábolas, com metáforas que guardam um sentido mais amplo que o literal. Os textos estão repletos de frases de impacto.
O ano de 2012, o qual estamos prestes a ver se encerrar, foi, para mim, de aprofundamento na fotografia analógica. O uso de filmes fotográficos, até 2011, estava restrito à época do curso de Jornalismo, na disciplina Introdução à Fotografia, 10 anos antes. Comecei a redescoberta pela câmeras lomo, investi numa profissional Canon e adquiri uma câmera instantânea.
Confesso que existe magia ao ver materializado, instantaneamente, um momento. Embora seja o resgate de um antigo hábito, parece tão novo, tecnológico e fantástico ter em mãos uma fotografia e curtir, de imediato, o registro de um momento cool, especial.
Quando falamos em fotografia instantânea, a primeira palavra que vem à cabeça, mesmo para os leigos, é “Polaroid”. No afã de adquirir uma câmera instantânea, comecei minha pesquisa pela internet. Descobri que, embora a Polaroid tenha encerrado sua linha analógica há anos, novas câmeras dos tradicionais modelos ainda são fabricadas. Por qual empresa? A Impossible Project, que também tem produzido, experimentalmente, filmes para essas câmeras. Sem falar que há inúmeros equipamentos usados à venda em sites como Mercado Livre, Ebay e Queimando Filme.
E que tal adquirir, então, uma Polaroid? Eu até comprei uma – modelo One 600 – mas tem servido apenas de item decorativo. Ainda não tive coragem de usá-la em razão do alto preço dos filmes Impossible e da instabilidade destes. Eles não podem ser expostos à luz assim que são ejetados da câmera, o que exige o uso de uma proteção: a própria caixa do filme ou uma lingueta, um acessório extra a ser adquirido (veja o processo). Para nós, usuários comuns, é uma dor de cabeça, concorda?
Outro ponto negativo dos filmes Impossible é a imprevisibilidade. A tonalidade de cor das imagens varia conforme o tempo. Eu diria que se você quer explorar artisticamente a fotografia instantânea, os filmes Impossible podem ser um caminho. O imprevisível pode gerar resultados surreais e interessantes. Além disso, há variações: filmes em P & B e sépia.
Mas se você é um fotógrafo amador, que deseja apenas registrar momentos cotidianos, sem queimar tentativas, eu diria que você deve optar por uma das câmeras da linha Fuji Instax. Foi o que eu fiz. Comprei a Fuji Instax Mini 7S (foto acima), a mais barata da marca japonesa. E não me arrependi. Pouco a usei, é fato, mas, pelo que já me ofereceu e por inúmeras fotos que vi em grupos do Flickr e na comunidade Lomography, posso recomendá-la.
A Fuji Instax Mini 7S tem foco automático, flash e modos de fotografia classificados conforme a luz da cena, como Sol intenso, dia nublado ou ambientes fechados. Os ajustes de velocidade e diafragma são automáticos, melhor ainda para fotógrafos amadores.
Os filmes são vendidos em packs com 10 unidades. Só colocá-lo na traseira da câmera, fazer o ajuste de modo e pressionar o obturador. A primeira imagem não se aproveita: sai uma folha preta. A partir do segundo disparo é que se obtêm as imagens. A câmera exibe um contador para não nos perdermos na quantidade de fotos que podemos registrar.
Ajustado o modo correto, as imagens são impressas em cores vivas e com nitidez. Em até 60 segundos, a imagem está consolidada. E não precisa balançar. rs. Basta aguardar. Cada imagem tem o tamanho aproximado de um cartão de crédito, incluindo a borda.
Embora a Fuji fabrique apenas filmes color negative, ou seja, os tradicionais filmes coloridos, há opções customizadas de bordas. Escolha conforme seu gosto ou da cena/do objeto a serem fotografados.
Quanto custa?
Câmera
Em sites internacionais, como o Ebay, o menor preço está, em média, $ 75. Ressalva-se que, acima de $ 50, as compras internacionais tendem a ser tarifadas com impostos que podem chegar a até 80%.
No Brasil, a Americanas vende a Fuji Instax Mini 7S por R$ 304.
Filme
No Ebay, os packs – cada um permite 10 imagens – mais baratos estão na faixa de $ 10. Como produtos deste valor não são taxados quando entram no Brasil, basta ter um cartão de crédito desbloqueado para compras internacionais. O Paypal, sistema o qual é efetuado o pagamento, faz a conversão automática de dólar para real antes da finalização do negócio. A entrega demora de 30 a 45 dias.
No Ponto Frio, o preço encontra-se em promoção: R$ 47 por dois packs, ou seja, R$ 23,50 a unidade, quase o mesmo valor do Ebay, com a vantagem de receber o produto em tempo inferior.
À exceção da presença na Bolsa de Valores, cujo valor das ações rendeu bem abaixo do esperado, o ano de 2012 foi especial para o Facebook. Consolidou-se como a mais utilizada rede social do mundo, com 845 milhões de usuários ativos, segundo o infográfico abaixo. No Brasil, conseguiu ultrapassar o Orkut, um dos últimos redutos onde não mantinha a liderança.
A América do Norte responde pela maior parte dos usuários, percentualmente: 50,3%. A África é o continente com menor penetração do Facebook – 3,6% -, mas isso deve ter influência da enorme exclusão digital da população.
Diariamente, são postadas 250 milhões de fotos e atribuídos 2,7 bilhões ‘curtir’ a conteúdos. Estima-se que metade dos usuários acessem o Facebook pelo celular. De fato, é perceptível o esforço para a criação de versões para inúmeros tipos de celulares, mesmo aqueles que não são smartphones.
Em seu blog oficial, o Twitter anunciou a ampliação dos Trending Topics para mais 200 cidades do mundo, das quais, 11 são do Brasil: Campinas, Fortaleza, Belo Horizonte, Manaus, Recife, Curitiba, Porto Alegre, Guarulhos, São Luis, Belém e Goiânia. É um aumento substancial, tendo em vista que antes apenas quatro cidades brasileiras estavam na lista.
A eleição americana foi o evento mais compartilhado nas mídias sociais em 2012, ultrapassando até as Olimpíadas de Londres. O ano também marca a consolidação do Facebook como a mais popular ferramenta de mídia social, seguido pelo Twitter.
Novidade? O Pinterest, um mural de imagens, teve um espantoso crescimento, de quase 400%. O Google + ainda não emplacou: ampliou sua rede em apenas 12%. O grande diferencial do Google Plus, o Hungout, ainda não empolgou os usuários.
Ela e outras mulheres by Rubem Fonseca
Os temas mais recorrentes da obra são o sexo e a violência/tragédia na relação homem-mulher. Alguns textos têm doses de ironia, comicidade e escatologia.
Os contos são sempre narrativas em primeira pessoa, com eventuais intervenções de um narrador-observador. Na maioria dos textos, a primeira pessoa é um ‘eu’ masculino, embora os capítulos tenham nomes de mulheres.
Os personagens são tipos bem diferentes: pistoleiro, vigilante, artista plástica, doméstica, rapaz virgem, cleptomaníaca, etc.
Em diversos momentos, a linguagem é pornográfica, com detalhes violentos e, em alguns momentos, com características de enredo policial.
Chama atenção a ausência de travessões e aspas nos diálogos e de pontuação segundo a norma culta.
O livro é uma boa opção de leitura rápida – são apenas 90 páginas – e para quem ainda não conhece a linguagem dos contos.
Câmera: Canon EOS 3000N
Filme: Lomography Redscale iso 50-200
Santarém, Pará, Brasil
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Espaço para divulgação de conteúdos relacionados ao Trabalho de Conclusão de Curso intitulado "Comunicação Pública e Relações Públicas: potencializando as ações de cidadania do Projeto Futuro".
Sobre Fotografia Analógica, por: Yan Belém
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fotografia analógica
Um diário fotográfico - ou não
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