UFPE lança curso de graduação com ênfase em mídias sociais e produção cultural


ufpe_comunicacao_socialO Centro Acadêmico do Agreste (CAA), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), vai oferecer, a partir do segundo semestre de 2015, o curso de Comunicação Social com ênfases em Mídias Sociais e Produção Cultural, com 40 vagas.

A seleção será realizada pela nota do Enem, que pode ter sido realizado em 2012, 2013 ou 2014, à escolha do candidato.

As inscrições custam R$ 50 e podem ser feitas, de 1º a 15 de junho. As aulas estão previstas para ter início em 17 de agosto, no campus de Caruaru (PE).

As 40 vagas serão oferecidas na modalidade presencial, segunda entrada e turno integral (manhã/tarde).

A UFPE adotará  o percentual de 37,5% das vagas para os estudantes que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas públicas e 10% para o argumento de inclusão regional.

Sobre o curso

olho_1A proposta do curso é formar produtores culturais e comunicadores capazes de lidar com novos modelos de produção e disseminação de informação via internet e redes sociais.

O aluno poderá optar por qualquer uma das duas formações depois que entrar no curso ou mesmo contemplar ambas as ênfases num currículo flexível. O novo curso terá nove períodos (quatro anos e meio). Os concursos para admissão de docentes já estão em curso.

O professor Amilcar Almeida Bezerra, que vai coordenar a nova graduação, destaca que o curso tem como objetivo propiciar uma formação adequada às novas demandas do campo da Comunicação Social. “Esta graduação vem atender tanto a demandas emergentes na sociedade, formando curadores digitais, gerentes de marketing online, gestores de comunidades virtuais e ativistas em redes sociais, como também visa preparar produtores de conteúdo versáteis, capazes de elaborar peças de comunicação destinadas a diferentes objetivos e públicos em ambientes virtuais”, destaca.

Estrutura

O curso terá carga horária de 3.030 horas, divididas em nove períodos. Destas, 420 horas podem ser atividades complementares. A estrutura curricular está organizada em dois grupos de disciplinas: as obrigatórias (reunidas nos três primeiros períodos – ciclo básico – e mais as disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso, no final) e as eletivas (a partir do 4º período).

olho_2A partir do 4º período, o aluno pode escolher quais disciplinas irá cursar das duas ênfases: Mídias Sociais e Produção Cultural. Existem ainda as eletivas livres, que não estão vinculadas a nenhuma ênfase.

O aluno poderá concentrar sua formação numa das ênfases ou, se quiser uma formação mais generalista, transitar entre as disciplinas de ambas as ênfases e as eletivas livres. Para receber o diploma de ênfase o aluno deverá cursar todas as disciplinas relacionadas para a ênfase escolhida. As demais disciplinas para fechamento de carga horária podem ser escolhidas entre as relacionadas à outra ênfase e/ou as eletivas livres.

Além de dispor das habilidades necessárias para conceber, elaborar e executar projetos culturais, o profissional formado poderá atuar em veículo de comunicação, meios digitais e ainda em assessorias de imprensa e comunicação, consultorias de marketing e agências de publicidade.

O curso contará com laboratório de produção audiovisual com estúdio e ilha de edição, laboratório de fotografia e laboratórios equipados com PCs para uso corrente dos alunos em atividades de pesquisa e produção de conteúdos.

Confira o edital da seleção.

Inscreva-se.

Mais informações
Diretoria de Gestão Acadêmica / Proacad
(81) 2126.7014
dga.proacad@ufpe.br

Conteúdo editado a partir de informações da UFPE

#jardimdecasa #1


A partir de hoje, inicio uma despretensiosa série de imagens no microcosmo “o jardim da minha casa”. Fotografia e plantas, uma combinação que rende um pouco de fantasia e cor ao dia a dia.

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Starting today, beginning an unassuming series of images in the microcosm “the garden of my house.” Photography and plants, a combination a bit of fantasy and color to everyday life.

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“Ciberativismo e noticiário” analisa manifestações em tempos de redes sociais


ciberativismo_e_noticiarioA jornalista e professora universitária Magaly Prado lançará amanhã (26.05), em São Paulo, o livro “Ciberativismo e Noticiário – Da Mídia Torpedista às Redes Sociais”, pela editora Alta Books.

A obra tem preço sugerido de R$ 50 e poderá ser adquirido por meio do site da editora. Veja uma breve resenha disponibilizada pela Alta Books:

“O livro aborda como os modos de fazer política se transformam de acordo com a evolução digital que atinge a comunicação, além de analisar os movimentos sociais que nasceram e se desenvolveram por meio da internet, com atenção especial às manifestações iniciadas em junho de 2013.

A jornalista mantém o foco no poder dos movimentos acionados pelos cidadãos na internet, se atendo aos aspectos positivos do ciberativismo e à sua capacidade de influenciar as pessoas.

A obra é dividida em três partes, sendo a primeira uma análise sobre os novos rumos da comunicação, indicando a importância de se discutir o papel do jornalismo e suas práticas ao divulgar temas e debates. Já a segunda parte propõe o pensamento de novos conceitos para uma cobertura jornalística moderna, sempre fazendo menção à importância da tecnologia.

Ciberativismo e Noticiário apresenta um estudo relevante para o leitor interessado não apenas no Jornalismo e nas tecnologias digitais que o transformam radicalmente, dia após dia, mas também mostra como um ambiente instaurado nas redes — com consequências nas ruas — e a cobertura dele provocaram uma quebra de paradigma na imprensa tradicional, que está “insensível aos novos modos de reportar, para dar lugar (sem volta) a uma mídia livre e independente”.

Capítulo de amostra

Serviço – Lançamento de “Ciberativismo e Noticiário”
Livraria Martins Fontes
Av. Paulista, 509 – Bela Vista, São Paulo – SP
(11) 2167-9900 26 de maio, das 18h às 22h

Google inclui tuítes em resultados de buscas


Novidade começa por dispositivos móveis

google-twitterDesde o dia 19 deste mês, o Google passou a incluir conteúdo do Twitter, ou seja, tuítes – se preferir, tweets – nos resultados de buscas. O anúncio foi feito no blog da empresa.

Inicialmente, a parceria entre Google e Twitter vale para buscas realizadas por dispositivos móveis, utilizando o Google app ou navegadores web.

A integração começa para os usuários do google.com, mas, gradualmente, será expandida para outras línguas.

Segundo o Google, a parceria com o Twitter permite exibir resultados de buscas em tempo real, acompanhando o horário de postagem dos conteúdos. Esta é uma das principais características dos usuários do Twitter: comentar o que está acontecendo, na vida real ou a partir do que visualiza em outras mídias.

Os resultados das buscas exibirão os tuítes logo no topo da página. Para os usuários do Twitter, sem dúvida, a exibição no Google amplifica muito o alcance e influência de seus perfis.

Fiz um teste em meu smartphone e, de fato, ainda não é possível observar a exibição de tuítes, de forma personalizada, nos resultados das buscas.

Lançamento – Memória, Comunicação e Consumo: vestígios e prospecções


memoria_comunicacao_consumo“Memória, Comunicação e Consumo: vestígios e prospecções” é um lançamento da editora Sulina.

Rosa de Mello Rocha, pós-doutora em Ciências Sociais/Antropologia, e Luiz Peres-Neto, doutor em Comunicación y Periodismo, são os organizadores do livro.

A obra tem cerca de 300 páginas e é vendida ao preço sugerido de R$ 41.

Veja trecho da apresentação de “Memória, Comunicação e Consumo: vestígios e prospecções”:

“Neste livro os leitores são convidados a refletir sobre os trânsitos e fluxos da memória na seara da comunicação e do consumo. Afinal, pelas linguagens do consumo, comunicamos nossos pertencimentos, identidades, sonhos, desejos.

Também ali se semeiam e sedimentam modos de narrar o vivido, entrelaçando a cultura às tramas da memória e as práticas de consumo à ontologia do nosso ser.

Os caminhos trilhados pelos dezoito autores desta obra, que representam seis universidades brasileiras e duas instituições europeias, trazem, nas pegadas da memória, reflexões singulares sobre a comunicação e o consumo a partir de temas e objetos específicos. Trata-se de leituras próprias, pequenas janelas que dialogam rizomaticamente entre si”.

Resenha – Tempo de Esperas: o itinerário de um florescer humano


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O livro possui linguagem de leitura fácil e lírica – demasiadamente, em alguns momentos.

É escrita por um padre, Fábio de Melo, mas não é uma obra com a repetição de bordões eclesiais típicos.

Em tempos de comunicação instantânea, a narrativa de “Tempo de Esperas” é conduzida pela troca de cartas entre Alfredo e Abner, aluno e professor de Filosofia, respectivamente.

Não há um tempo-espaço claro, ou seja, não dá para saber exatamente em época e local transita a história. Apenas a troca de cartas sugere que poderia ser ambientada em tempos passados.

Abner e Alfredo se encontram devido à uma desilusão amorosa do primeiro, que encontra no segundo um conselheiro, alguém com quem desabafar.  Clara era a razão do sofrimento de Alfredo.

O livro é recheado de frases do tipo que compartilharíamos – eu, inclusive – facilmente nas redes sociais, no ensejo de reflexões sobre o amor, amizade, existencialismo, companheirismo, o sentido de viver… Enfim, sobre os temas que nos provocam questionamentos sobre o modo de agir e pensar. Esta é a proposta principal da obra e não seus mistérios.

Nos trechos finais, é que a crença em Deus é citada expressamente.

“Tempo de Esperas: o itinerário de um florescer humano” oferece uma leitura rápida – são 136 páginas na versão em ebook – e com reflexões sobre as quais, todos nós, em bons ou maus momentos, cristãos ou ateus, iremos nos deparar.

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Ano: 2011

Saiba como enviar torpedo grátis para celulares Vivo


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A Vivo oferece a seus clientes a oportunidade de envio gratuito de torpedos por meio de seu aplicativo “Meu Vivo”, disponível para celulares Android e Iphone.

É uma alternativa para os momentos em que você está sem créditos ou não quer gastá-los com torpedos, em especial, se não tiver um pacote específico, o que aumenta os custos.

O app oferece a possibilidade de uso não só para os clientes que já com acesso ao “Meu Vivo” a partir do site da empresa, mas também para novos usuários.

A cada login, o app disponibiliza 15 torpedos gratuitos. A empresa não informa se há limite de uso diário, mas provavelmente existe um teto.

Como uso eventualmente, ainda não tive o serviço bloqueado nenhuma vez.

Para mim, o app é útil, tendo em vista que não possuo pacote de mensagens contratado e tenho a conexão wifi disponível para acessar o aplicativo.

Resenha – “O Diabo”, de Leon Tólstoi


#2 #2015

20150201_202941A história é linear, ou seja, o texto tem uma sequência natural de tempo, o que torna fácil a compreensão.

A linguagem é simples, e os períodos são curtos. Na versão em epub da editora LP & M, são apenas 46 páginas.

A trama é baseada no triângulo amoroso entre os personagens Evguêni, Liza e Stepanida, os protagonistas.

Evguêni vive um dilema de ordem moral relacionado aos desejos que alimenta por Stepanida, com quem se relacionou antes do casamento. Desde que a conheceu, questiona-se sobre o seu caráter, primeiro por se envolver com uma mulher casada, depois, por temer trair a esposa, Liza.

“Todos os dias rezava [Evguêni] e pedia a Deus que lhe desse forças e o salvasse da desgraça, todos os dias decidia que não daria mais nenhum passo, que não iria olhar para ela [Stepanida] …”. Este trecho ilustra as inquietações do protagonista.

O conflito vivido por Evguêni conduz todo o enredo e nos faz pensar que desfecho terá.

A história é ambientada no meio rural e no contexto de classes baseadas na propriedade de terras: fazendeiro e camponês.

Embora o autor seja russo e haja algumas referências típicas do país nas falas dos personagens, a trama e os ambientes são bastante universais e facilmente reconhecidos por qualquer leitor.

O texto segue a fórmula básica de intercalar a descrição do narrador com as falas dos personagens.

O título “O Diabo” pode assustar e presumir um viés religioso forte, mas não. Nos últimos trechos da obra, o autor, Leon Tólstoi, justifica, expressamente, a escolha pelo nome do livro.

“O Diabo”, conto escrito em 1898 e publicado em 1916, é uma boa opção para quem deseja leitura rápida e de fácil compreensão. É apontado como autobiográfico. Escolhi a leitura porque tenho interesse em conhecer obras de autores conhecidos e de outros países.

Resenha – “Sentimento do Mundo”, de Carlos Drummon de Andrade


SENTIMENTO DO MUNDO - Carlos Drummond de Andrade - Companhia das Letras.clipular“Sentimento de Mundo” é o meu primeiro livro lido em 2015. Confesso que já havia um tempo que não lia uma obra literária inteira. A última foi o belo texto de Gabriel García Márquez, “Memória de Minhas Putas Tristes”.

“Sentimento de Mundo” também marca minha estreia na leitura de livros de Carlos Drummond de Andrade e no uso do Lev, o leitor de livros digitais da Saraiva. O desafio surgiu após viagem ao Rio de Janeiro, há um ano. Não queria que a clássica foto ao lado da estátua de Drummond na praia de Copacabana se resumisse a isto, mas que fosse o ensejo para conhecer a obra do escritor.

Como leitor iniciante de poesias, avalio como natural a dificuldade de compreensão de determinados trechos da obra. Na edição que adquiri, da Companhia das Letras, lançada em 2012, o posfácio foi de grande importância para o entendimento do livro, em específico, e da relação com o contexto histórico e toda a obra de Drummond.

“Sentimento de Mundo” é um livro de poesias carregado de melancolia, em que figuram medo, tristeza e morte.

Elementos militares, como navios e guerra, também figuram no texto.

Originalmente, o livro fora publicado em 1940, no decurso da 2ª Guerra Mundial. Os poemas, embora anteriores à guerra, foram produzidos numa época em que já se respirava a atmosfera de um novo conflito mundial.

O Rio de Janeiro, onde morava Drummond à época – capital do Brasil – , e Itabira (MG), onde nasceu, são cenários dos poemas, retratando o presente e o saudoso passado interiorano.

“O Operário no Mar” é o texto no formato prosa no meio dos poemas e tem viés social.

“De fato, a maior contribuição, a novidade mesma do livro, talvez tenha sido a de propor uma poesia política de alto teor lírico”, resume Murilo Marcondes de Moura no posfácio.

“Mãos dadas” e “Noturno à janela do apartamento” são os poemas que mais me cativaram pela intensidade de sentimentos.

Mãos dadas

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.

Sentimento de Mundo
Companhia das Letras
Publicação original: 1940
Publicação da presente edição: 2012
Páginas: 77 (formato digital), incluindo o posfácio

Whatsapp lança versão web. Saiba como usar e as diferenças para a versão mobile


O Whatsapp surpreendeu e lançou hoje, 21 de janeiro, a versão web do comunicador instantâneo, possibilitando aos usuários – por enquanto, apenas os que possuem o app na plataforma Android, Blackberry e Windows Phone – sincronizar e usá-lo a partir de um computador.

Tutorial para usuários Android

1. Verifique se a sua versão do aplicativo é a mais recente. Visite a página do app na Play Store. Caso haja versão disponível para atualizar, realize o procedimento.

2. Visite o site http://web.whatsapp.com/

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3. Abra o WhatsApp. Acione o menu e clique em “WhatsApp Web”. Posicione o celular na direção do Qr Code exibido na página web. O app irá realizar o scan do código.

4. Pronto! A página web irá exibir todas as conversas, inclusive com imagens e vídeos.

Igual
Os textos sincronizam em tempo real;
Texto, imagens e vídeos estão disponíveis nas duas versões;
Os ícones em azul permanecem como sinalização de mensagem lida.

Diferente
Não é possível visualizar quem leu as mensagens dos grupos;
Na versão web, é possível desabilitar notificações, mas não dá para alterar a foto de perfil e o status.

Curti a novidade da versão web do WhatsApp, principalmente, porque não é confortável digitar a partir de um celular, mesmo que tenha tela grande.

Por outro lado, empresas têm mais uma preocupação no controle/bloqueio ao acesso de aplicativos como este, que, se mal utilizados, podem comprometer a produtividade.

O Kindle morreu


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7 de janeiro de 2015. Como em todo início de ano, é tempo de refazer planos e revirar o baú. Ao longo de 2014, deixei o Kindle de lado. Comprei o dispositivo numa época em que havia pouca oferta de livros em português, o que me desanimou aos poucos.

Mas 2014 também foi um ano em que praticamente abandonei o leitor de livros digitais. Tenho um outro, o Positivo Alfa, que pouco usei.

Com a iminência de férias, decidi resgatar o Kindle. Quando abri a capa, a tela exibia a mensagem:

Critical battery

Your battery is empty.

To continue using your Kindle, connect it to a power source.

It may take a few minutes of charging, or up to 30 minutes if charging with your computer’s USB port, before your Kindle starts.

Deixei uma noite carregando na tomada, torcendo para amanhecer e religá-lo normalmente, porém, a tela se mantinha inalterada. O comando de ligar não respondia.

Recorri ao Facebook. Encontrei um grupo. Postei a situação e a orientação comum foi pressionar o botão liga/desliga por alguns segundos e esperar resetar. Não funcionou.

Outra sugestão foi fazer contato com a Amazon Brasil. Segui o caminho no site: Ajuda > Precisa de mais ajuda > Fale Conosco > Telefone. Pus um telefone fixo no formulário e imediatamente me retornaram a ligação. Ok.

Compre um novo Kindle

O atendente repetiu a dica do grupo no Facebook: manter pressionado o botão liga/desliga, mas não obtive sucesso. Por último, recomendou-me fazer contato com a Amazon americana, tendo em vista que já tinha mais de um ano de aquisição do aparelho. A ressalva: sem atendimento em português e com a provável solução de desconto na compra de um novo Kindle. Mais: com os impostos, apesar do desconto, o novo aparelho sairia mais caro se eu adquirisse um novo direto da Amazon Brasil.

Perguntei ao atendente se não era possível a Amazon Brasil intermediar este desconto com a Amazon americana, de modo que eu adquirisse um novo aparelho de forma mais ágil e compensatória. A resposta: ‘não há como fazer isto porque são empresas distintas’, apesar do mesmo nome.

A Amazon não dispõe de assistência técnica física no Brasil. Apenas por telefone. Fiquei sem ter a quem recorrer.

Fiquei decepcionado com o desfecho porque ouvira elogios na internet sobre o pós-vendas da Amazon. É inadmissível que um aparelho deixe de funcionar simplesmente porque eu não o usei por determinado período. E não foram anos.

Reféns do produto

Somos nós, os consumidores, que devemos determinar como e quando usar o produto. Se não o uso, por que não apenas descarregar e religar normalmente após nova carga?

Se deixa de usar, para de funcionar. A cultura consumista nos empurra a sempre trocar e comprar, comprar, comprar…

Se você tem um Kindle, #ficaadica: use-o constantemente ou, ao menos, recarregue-o com frequência.

Lápide

Resumo: meu Kindle faleceu. Está decretada sua morte. 8 de janeiro de 2015.

Por enquanto, vou guardá-lo, como as cinzas após a cremação. Se consigo ressuscitá-lo, só o tempo poderá dizer…

 

Canon 3000 N EOS + Konica VX iso 400


O Konica VX é um filme com cores bastante pálidas. Bom para quem deseja trabalhar temas melancólicos e mórbidos. Possui grãos bem visíveis.

Nas imagens, fiz pequenas edições de cor/contraste.

Panorâmica


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Santarém, Pará. Ao fundo, o encontro dos rio Tapajós e Amazonas.

A reprodução das imagens é livre, desde que com a citação do crédito: Luís Gustavo (lgcorporativo.com).

Caso queira utilizar a imagem, entrar em contato para obter o arquivo original: lgcorporativo1@gmail.com

O amor vence o ódio


Autor: Luís Gustavo

Câmera: Canon 3000N EOS
Filme: Lomography CN 100
Light leak acidental

A imagem foi registrada num cemitério de Santarém, Pará. Nas minhas andanças pelas ruas da cidade, decidi visitar o local por ser inusitado.

Fui num final de tarde. Havia uma árvore completamente seca, que combinava com a imagem prévia que temos de um cemitério, de ser um local sombrio.

Percebi que inúmeros pássaros se acomodavam na árvore e passei a registrar. Os túmulos apertados e o entrelaçamento dos galhos atrapalhavam.

A lente pesada e sem estabilizador – além da câmera de tripé – também era uma adversidade.

O resultado está acima, que permite inúmeras interpretações.

A reprodução é permitida, desde que sem fins comerciais e citada a fonte (http://lgcorporativo.com). Autor: Luís Gustavo. Reproduction is permitted provided that no commercial purposes and the source is cited (http://lgcorporativo.com). Author: Luís Gustavo.

Leitores de jornal reclamam de exposição de corpo


 

Os leitores da fan page do jornal “Correio Braziliense” se manifestaram contra a exibição do corpo do dançarino Douglas Silva, assassinado na última terça-feira (22), no Rio de Janeiro. A imagem, que foi reproduzida por outros sites jornalísticos, como o G1, é do velório e mostra Regina Casé, apresentadora do programa “Esquenta”, bastante emocionada. Douglas participava da atração dominical.

Ainda nesta semana, já havia repercutido a decisão do “Jornal Hoje”, da Rede Globo, em mostrar o corpo do dançarino no local do crime.

O Brasil possui dois ‘movimentos’ em relação à exibição e ao consumo de imagens de corpos: um que prolifera rapidamente esses arquivos via mídias sociais e dispositivos móveis, em especial, o Whatsapp; e outro que cobra o fim do uso de fotos que contenham corpos.

Jornalisticamente, regra geral, entendo que mostrar os corpos de vítimas de crimes não acrescenta muito à informação, representa um ato covarde – a pessoa está morta e não pode decidir se quer ser mostrada numa condição irreversível – e fere a dignidade humana.

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“Folha” troca tv por internet


tv_folhaO programa dominical “TV Folha”, exibido pela TV Cultura de São Paulo (SP), chegou ao fim no último domingo (13). Foram dois anos de parceria entre o jornal Folha de São Paulo e a tv pública brasileira mais competitiva no ar, período em que foram veiculados 110 programas.

O anúncio veio acompanhado de uma mudança de estratégia: trocar a tv aberta pela internet. “A decisão de migrar essa experiência e o conteúdo dos vídeos exclusivamente para a internet procura atender ao desejo crescente dos internautas por esse tipo de conteúdo nos sites de jornalismo. Visa também suprir uma demanda cada vez maior do mercado publicitário de vincular anúncios a vídeos na web”, justifica a Folha.

Um outro fator não é mencionado, mas fica subentendido: a melhoria – embora lenta – do sinal de internet no país e o aumento contínuo de pessoas com acesso à rede.

Em vez de optar pela principal ferramenta de hospedagem de vídeos do mundo, o Youtube, a Folha mantém o vínculo com o Uol, que abriga, com exclusividade, o conteúdo. O player, inclusive, não oferece opção de ser inserido em outras páginas, como blogs, uma forma de reter o acesso à página da Folha.

Em se tratando de novidade, o destaque da “TV Folha” foi estético: o programa tinha uma linguagem visual diferente dos telejornais tradicionais. Design limpo, com bastante infografias e clara contribuição de fotógrafos. Como muitos canais de vídeos na web, o programa fazia uso de câmeras DSRL.

Mais informações
TV Folha vai concentrar vídeos na web
Rodrigo Vianna: Folha e Veja na TV Cultura. Sem concorrência pública

Mídia alternativa será tema de debate no Senado


Crédito: Mídia NinjaA Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado promoverá audiência pública para debater o papel do Coletivo Fora do Eixo (FdE) e da Mídia Ninja (Narrativas Independentes Jornalismo e Ação). Marcada para 3 de dezembro, a audiência será realizada em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), conforme proposta do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) aprovada pela CE ontem (16).

O FdE reúne coletivos culturais em todo o país e tem na Mídia Ninja um braço para a área de comunicação colaborativa.

Durante os protestos realizados em junho em todo o país, a Mídia Ninja ganhou atenção pela cobertura das manifestações, por meio de vídeos e fotos, em tempo real, utilizando principalmente celulares, notebooks e tablets. Randolfe observou que as duas organizações estão sendo bastante “criminalizadas” e julgou que essa é mais uma razão para o debate sobre sua atuação.

Além dos conflitos entre a Mídia Ninja e as forças de segurança durante os protestos que se registram desde junho, os dois coletivos estiveram no centro de debates na internet sobre as novas formas de organização social baseadas em colaboração.

O Fora do Eixo, por exemplo, foi criticado por falta de transparência em suas atividades, inclusive do ponto de vista financeiro, já que trabalha com verbas de incentivos culturais, e por não remunerar convenientemente artistas que participaram de eventos e festivais. Esta última crítica partiu principalmente da cineasta Beatriz Seigner.

No auge dos protestos, registraram-se também reclamações de ex-integrantes do coletivo sobre o caráter pouco democrático da vida nas comunidades, que incluiria pressão psicológica com vistas a certas linhas de trabalho, comportamento e relações.

As críticas foram rebatidas por Capilé, que tem ressaltado o caráter alternativo e inovador do Fora do Eixo em contraposição aos meios convencionais de produção, divulgação e realização de espetáculos. O coletivo opera com uma moeda própria e troca de recursos entre as unidades espalhadas por vários estados.

Com informações da Agência Senado

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A Mídia Ninja faz parte de um processo de construção de contra-narrativas à mídia convencional. Movimentos do tipo, geralmente, apresentam uma cobertura/abordagem alinhada às causas que defendem. Embora tenham alguns elementos do Jornalismo, destaca-se o caráter de ativismo.

O barateamento no acesso à internet e a equipamentos, além da facilidade no uso de plataformas disponíveis na web impulsionam movimentos como a “Mídia Ninja”.

Publicadas novas diretrizes curriculares em Jornalismo


6° módulo "Descobrir a Amazônia, Descobrir-se Repórter" - Aula 1As universidades e faculdades que possuem o curso de Jornalismo em seu portfólio terão até dois anos para promover reformas e atualizações conforme as novas diretrizes curriculares, estabelecidas pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) em resolução do dia 27 de setembro deste ano. O documento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 1º de outubro. Uma das novidades é o aumento da carga horária mínima, que passa de 2700 para 3000 horas.

Elaborada em 2009 por uma comissão de especialistas indicada pelo MEC, a proposta foi formulada a partir de uma consulta pública pela internet e três audiências públicas que contaram com a participação da comunidade acadêmica, profissionais, empresas do setor e representantes de entidades da sociedade civil. A tramitação no Conselho Nacional de Educação (CNE) ocorria desde 2010.

As novas diretrizes se inspiram, em grande parte, no Programa de Qualidade do Ensino de Jornalismo que a FENAJ elaborou e defendeu juntamente com entidades como o Fórum Nacional de Professores em Jornalismo (FNPJ), a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

“Ouvir os diversos setores envolvidos e elaborar uma proposta representativa em nível nacional foi um desafio que a comissão realizou com bom senso e respeito à pluralidade”, explica a presidenta Mirna Tonus, destacando o empenho do professor José Marques de Melo, que coordenou a comissão.“O trabalho da comissão, presidida por Marques de Melo, foi fundamental”, avaliou.

Veja a íntegra das novas diretrizes curriculares do Jornalismo

Com informações da Intercom e Fenaj