Leitores de jornal reclamam de exposição de corpo

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Os leitores da fan page do jornal “Correio Braziliense” se manifestaram contra a exibição do corpo do dançarino Douglas Silva, assassinado na última terça-feira (22), no Rio de Janeiro. A imagem, que foi reproduzida por outros sites jornalísticos, como o G1, é do velório e mostra Regina Casé, apresentadora do programa “Esquenta”, bastante emocionada. Douglas participava da atração dominical.

Ainda nesta semana, já havia repercutido a decisão do “Jornal Hoje”, da Rede Globo, em mostrar o corpo do dançarino no local do crime.

O Brasil possui dois ‘movimentos’ em relação à exibição e ao consumo de imagens de corpos: um que prolifera rapidamente esses arquivos via mídias sociais e dispositivos móveis, em especial, o Whatsapp; e outro que cobra o fim do uso de fotos que contenham corpos.

Jornalisticamente, regra geral, entendo que mostrar os corpos de vítimas de crimes não acrescenta muito à informação, representa um ato covarde – a pessoa está morta e não pode decidir se quer ser mostrada numa condição irreversível – e fere a dignidade humana.

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Sobre estes anúncios

“Folha” troca tv por internet

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tv_folhaO programa dominical “TV Folha”, exibido pela TV Cultura de São Paulo (SP), chegou ao fim no último domingo (13). Foram dois anos de parceria entre o jornal Folha de São Paulo e a tv pública brasileira mais competitiva no ar, período em que foram veiculados 110 programas.

O anúncio veio acompanhado de uma mudança de estratégia: trocar a tv aberta pela internet. “A decisão de migrar essa experiência e o conteúdo dos vídeos exclusivamente para a internet procura atender ao desejo crescente dos internautas por esse tipo de conteúdo nos sites de jornalismo. Visa também suprir uma demanda cada vez maior do mercado publicitário de vincular anúncios a vídeos na web”, justifica a Folha.

Um outro fator não é mencionado, mas fica subentendido: a melhoria – embora lenta – do sinal de internet no país e o aumento contínuo de pessoas com acesso à rede.

Em vez de optar pela principal ferramenta de hospedagem de vídeos do mundo, o Youtube, a Folha mantém o vínculo com o Uol, que abriga, com exclusividade, o conteúdo. O player, inclusive, não oferece opção de ser inserido em outras páginas, como blogs, uma forma de reter o acesso à página da Folha.

Em se tratando de novidade, o destaque da “TV Folha” foi estético: o programa tinha uma linguagem visual diferente dos telejornais tradicionais. Design limpo, com bastante infografias e clara contribuição de fotógrafos. Como muitos canais de vídeos na web, o programa fazia uso de câmeras DSRL.

Mais informações
TV Folha vai concentrar vídeos na web
Rodrigo Vianna: Folha e Veja na TV Cultura. Sem concorrência pública

Mídia alternativa será tema de debate no Senado

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Crédito: Mídia NinjaA Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado promoverá audiência pública para debater o papel do Coletivo Fora do Eixo (FdE) e da Mídia Ninja (Narrativas Independentes Jornalismo e Ação). Marcada para 3 de dezembro, a audiência será realizada em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), conforme proposta do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) aprovada pela CE ontem (16).

O FdE reúne coletivos culturais em todo o país e tem na Mídia Ninja um braço para a área de comunicação colaborativa.

Durante os protestos realizados em junho em todo o país, a Mídia Ninja ganhou atenção pela cobertura das manifestações, por meio de vídeos e fotos, em tempo real, utilizando principalmente celulares, notebooks e tablets. Randolfe observou que as duas organizações estão sendo bastante “criminalizadas” e julgou que essa é mais uma razão para o debate sobre sua atuação.

Além dos conflitos entre a Mídia Ninja e as forças de segurança durante os protestos que se registram desde junho, os dois coletivos estiveram no centro de debates na internet sobre as novas formas de organização social baseadas em colaboração.

O Fora do Eixo, por exemplo, foi criticado por falta de transparência em suas atividades, inclusive do ponto de vista financeiro, já que trabalha com verbas de incentivos culturais, e por não remunerar convenientemente artistas que participaram de eventos e festivais. Esta última crítica partiu principalmente da cineasta Beatriz Seigner.

No auge dos protestos, registraram-se também reclamações de ex-integrantes do coletivo sobre o caráter pouco democrático da vida nas comunidades, que incluiria pressão psicológica com vistas a certas linhas de trabalho, comportamento e relações.

As críticas foram rebatidas por Capilé, que tem ressaltado o caráter alternativo e inovador do Fora do Eixo em contraposição aos meios convencionais de produção, divulgação e realização de espetáculos. O coletivo opera com uma moeda própria e troca de recursos entre as unidades espalhadas por vários estados.

Com informações da Agência Senado

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A Mídia Ninja faz parte de um processo de construção de contra-narrativas à mídia convencional. Movimentos do tipo, geralmente, apresentam uma cobertura/abordagem alinhada às causas que defendem. Embora tenham alguns elementos do Jornalismo, destaca-se o caráter de ativismo.

O barateamento no acesso à internet e a equipamentos, além da facilidade no uso de plataformas disponíveis na web impulsionam movimentos como a “Mídia Ninja”.

Publicadas novas diretrizes curriculares em Jornalismo

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6° módulo "Descobrir a Amazônia, Descobrir-se Repórter" - Aula 1As universidades e faculdades que possuem o curso de Jornalismo em seu portfólio terão até dois anos para promover reformas e atualizações conforme as novas diretrizes curriculares, estabelecidas pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) em resolução do dia 27 de setembro deste ano. O documento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 1º de outubro. Uma das novidades é o aumento da carga horária mínima, que passa de 2700 para 3000 horas.

Elaborada em 2009 por uma comissão de especialistas indicada pelo MEC, a proposta foi formulada a partir de uma consulta pública pela internet e três audiências públicas que contaram com a participação da comunidade acadêmica, profissionais, empresas do setor e representantes de entidades da sociedade civil. A tramitação no Conselho Nacional de Educação (CNE) ocorria desde 2010.

As novas diretrizes se inspiram, em grande parte, no Programa de Qualidade do Ensino de Jornalismo que a FENAJ elaborou e defendeu juntamente com entidades como o Fórum Nacional de Professores em Jornalismo (FNPJ), a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

“Ouvir os diversos setores envolvidos e elaborar uma proposta representativa em nível nacional foi um desafio que a comissão realizou com bom senso e respeito à pluralidade”, explica a presidenta Mirna Tonus, destacando o empenho do professor José Marques de Melo, que coordenou a comissão.“O trabalho da comissão, presidida por Marques de Melo, foi fundamental”, avaliou.

Veja a íntegra das novas diretrizes curriculares do Jornalismo

Com informações da Intercom e Fenaj

Governo anuncia migração de AM para FM

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Crédito: www.flickr.com/photos/santibon/2472747001/O Governo Federal publica ainda neste ano decreto presidencial que permite às emissoras AM a migração para a faixa FM. A informação é da ministra Gleisi Hoffman, em entrevista à imprensa paranaense.

Embora as emissoras que operam em AM terem a possibilidade de maior alcance de sinal, sofrem com interferências e a diminuição da disponibilidade de equipamentos no mercado.

A mudança de AM para FM não será obrigatória, mas facultativa.

Com informações do site Meio & Mensagem.

Em greve, jornalistas derrubam programação da Band

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BAND Santa CatarinaUma mobilização um tanto rara no mercado de comunicação: jornalistas  e alguns operadores da afiliada da Band/Santa Catarina decidiram entrar em greve hoje. O movimento foi motivado pelo atraso no pagamento de salários. A decisão ocasionou a não exibição dos programas jornalísticos da emissora.

A notícia da greve foi postada no site do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, que anunciou o agendamento de uma reunião com a direção da Band/SC para segunda-feira (15). No site da empresa, não consta nenhuma informação sobre a suspensão da programação noticiosa local.

Livro analisa mercado de trabalho dos jornalistas

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as_mudancas_trabalho_jornalista“Uma série de funções desapareceu do cenário das rotinas produtivas do métier do jornalista. Os produtos jornalísticos impressos, televisivos ou radiofônicos são produzidos de maneiras completamente diferentes do que há cerca de vinte anos. O tempo e o espaço, comprimidos pelas possibilidades das tecnologias de comunicação e de informação, foram assimilados nos processos de produção de modo a reduzir o tempo para a reflexão, a apuração e a pesquisa no trabalho jornalístico.

O espaço de trabalho encolheu e ao mesmo tempo diversificou-se, transformando as grandes redações em células de produção que podem ser instaladas em qualquer lugar com Internet e um computador. O jornalismo on line, em tempo real, os blogs e as ferramentas das redes sociais são inovações nas rotinas profissionais. E o que tudo isso representa em termos de mudanças no perfil do profissional e nas formas de relação com o trabalho? Como a vida desse trabalhador se organiza no trabalho? O que ele pensa sobre o próprio trabalho e sobre o jornalismo?

Essas e outras questões são analisadas neste livro, que reúne evidências do mundo do trabalho dos jornalistas de São Paulo no desabrochar do século XXI, apreendendo basicamente as “mudanças” que determinam sua inserção na vida cotidiana.

O relato e a análise dos resultados da pesquisa O perfil do jornalista e os discursos sobre o jornalismo: um estudo das mudanças no mundo do trabalho do jornalista profissional em São Paulo (2009-2012), que o leitor encontra neste livro,é fruto de um trabalho coletivo, realizado pelos pesquisadores do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Obra recomendada para estudantes e profissionais da área de comunicação, por oferecer estudos práticos do cotidiano do jornalista e do comunicador. Leitura complementar para disciplinas que abrangem as áreas de Comunicação/Jornalismo e para programas de pós-graduação em Comunicação Social” (Editora Atlas).

Organizador(a): Roseli Figaro
Autor(a): Cláudia Nonato e Rafael Grohmann

Sumário

1 Perfis e Discursos de Jornalistas no Mundo do Trabalho (Roseli Figaro), 6
1 Introdução, 6
2 Oligopólio e fragmentação: opostos que se completam no modelo econômico do setor, 7
3 O mundo do trabalho do jornalista: pressupostos da pesquisa, 11
4 Quem é o jornalista e como ele vê o trabalho dele?, 12
5 Desenho metodológico da pesquisa, 14
5.1 Questionário fechado de múltipla escolha, 15
5.2 Detalhes do recorte empírico, 17
5.3 Instrumentos da fase qualitativa da pesquisa: entrevistas e grupo de discussão, 21
6 Perfis de jornalistas: resultados da análise cruzada das amostras, 27
6.1 Diferenças e aproximações entre os perfis, 28
6.2 Consolidando aspectos da análise dos dados quantitativos, 44
7 Sujeitos jornalistas: os entrevistados falam da profissão, 46
7.1 Aspectos metodológicos da análise, 46
7.2 Jornalistas falam sobre o mundo do trabalho, 49
7.2.1 O jornalista velho de profissão, 51
7.2.2 O jornalista assessor de comunicação, 54
7.2.3 Jornalista com visão crítica na grande imprensa, 57
7.2.4 O jornalista que queria dizer a verdade, 63
7.2.5 O jornalista assessor de uma ONG, 66
7.2.6 A jornalista sindical, 69
7.2.7 A jornalista que edita a primeira página de portal de notícias, 73
7.2.8 O jornalista assessor de comunicação organizacional, 78
7.2.9 O jornalista empreendedor, 79
7.2.10 O jornalista diretor de redação, 83
7.2.11 A jornalista de revista impressa , 86
7.2.12 O jornalista editor da home de revista, 87
7.2.13 A jornalista em formação: um olhar mais humano, 91
7.2.14 A jornalista que trabalha em casa, 92
7.2.15 A jornalista e suas rotinas no portal de notícias, 95
7.2.16 O jornalista na empresa de tecnologia, 98
7.2.17 O jornalista que traduz a revista impressa para on-line, 100
7.2.18 A jornalista freelancer e dona de agência digital, 103
7.2.19 A jornalista freelancer fixo em revista, 104
7.2.20 A jornalista freelancer fixo em grande jornal, 105
7.3 Os jornalistas e as dramáticas do uso de si no trabalho, 110
8 Em dois grupos focais, jornalistas discutem sobre o trabalho de jornalista, 112
8.1 Explicações falseadas: o apagamento dos coenunciadores do processo produtivo como valores notícia, 113
8.2 Formação do profissional diante da polêmica sobre o diploma e o cidadão testemunha, 118
8.3 Jornalismo e as novas mídias – blog e Twitter, 122
9 Conclusão, 127
9.1 A comunicação mostra o/a jornalista, 131
9.2 A comunicação sobre o trabalho, 133
Referências, 136
2 O Perfil Diferenciado dos Jornalistas Associados ao Sindicato de São Paulo (Cláudia Nonato), 143
1 Introdução, 143
2 Reflexões sobre o jornalismo contemporâneo, 145
3 A notícia transformada em mercadoria, 156
4 O pós-fordismo nas redações, 161
5 Amostra e metodologia da pesquisa, 167
5.1 Universo da pesquisa: os jornalistas de São Paulo, 168
5.2 O questionário quantitativo, 169
5.3 A fase qualitativa: entrevistas, 170
6 Os resultados da fase quantitativa, 173
6.1 Os associados do sindicato por regionais, 173
6.2 Os associados ao sindicato por etnia, 175
6.3 Dados gerais, 178
7 O discurso dos jornalistas: formação, mudanças, relações trabalhistas e com o sindicato, 185
8 Considerações finais, 197
Referências, 198

3 O Jornalista como Receptor (Rafael Grohmann), 203
1 Introdução, 203
2 O que significa falar, ainda hoje, em estudos de recepção?, 204
3 Por que um estudo de recepção com jornalistas?, 209
4 Aspectos metodológicos, 212
5 A recepção em etapa quantitativa, 220
6 As etapas qualitativas em questão: entrevistas e grupo focal, 222
6.1 O ponto de vista do trabalho, 222
6.2 A “mediação do procedimento das técnicas jornalísticas”, 236
6.3 A mediação temática, 244
6.4 O Jornal Nacional, 248
6.5 O Portal UOL, 256
6.6 Caderno Ilustrada da Folha de S. Paulo, 260
7 Considerações finais, 263
Referências, 265

Posfácio, 270

O jornalista profissional no Estado de São Paulo, 279
Perfil socioeconômico e cultural, 279
Apresentação, 280
Introdução, 282
O problema e a pesquisa, 283
A amostra, 284
O questionário, 285
A pesquisa, 286
Os resultados da amostra, 287
Parte relativa ao Sindicato, 301
Atividades culturais, lazer e problemas de aposentadoria, 304
Anexo, 318
O questionário aplicado, 318

Infográfico – Prisma de conversação nas mídias sociais

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O universo das mídias/redes sociais são o que há de mais efervescente na web atualmente. Simpático ou não ao uso dessas ferramentas, o profissional de Comunicação deve estar atento a elas, compreendendo as possibilidades oferecidas para empresas e organizações, potenciais clientes.

O infográfico que segue abaixo, elaborado por Brian Solis, é a mais recente versão, de 2013, intitulado “Conversation Prism 4.0″ (Prisma de Conversação). Nele, constam as mais conhecidas ferramentas de mídias/redes sociais, categorizadas. A ressalva é a permanência do Google Reader, recentemente descontinuado.

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Plataforma monitora “temas quentes” de protestos no Brasil

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Os recentes protestos no Brasil, organizados pelas redes/mídias sociais, incentivaram pesquisadores na área da Comunicação a monitorar e compilar as menções, na web, a esses movimentos. Um deles é o “Causa Brasil“, que hierarquiza os temas quentes coletados do Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e Google +.

Na página inicial, aparecem as expressões mais mencionadas nas últimas 24 horas, mas também é possível visualizar os dados desde o dia 16 de junho, por meio de uma linha do tempo.

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Download – Governo Federal lança manual de redes sociais

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A Secretaria de Comunicação da Presidência da República do Brasil assina, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), um manual de redes sociais, documento cuja natureza ainda é escassa na Comunicação Pública. Poucos são os órgãos que possuem, formatado, um conjunto de diretrizes que orientem a atuação nesse ambiente  relativamente novo que são as mídias/redes sociais.

O manual, que possui 72 páginas, foi finalizado em maio deste ano.

manual_redes_sociais_governo_federal

Panorâmica – Horizon Kompakt

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santarem-para_horizon_kompakta_lomografia_cerpa

Câmera: Horizon Kompkt
Filme: color negative
LomoHome/Lomography
Tumblr

A reprodução é permitida, desde que sem fins comerciais e citada a fonte (lgcorporativo.com). Reproduction is permitted provided that no commercial purposes and the source is cited (lgcorporativo.com).

Bicicletas, barcos e bajaras. Santarém, Pará – Canon EOS 3000N

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Câmera: Canon EOS 3000N

Filme: Konica 400 vx

Maio/2012

Santarém, Pará, Brasil

Lomohome: http://www.lomography.com.br/homes/lgcorporativo

Os números de 2012

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Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 19.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 4 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo

Uma foto polaroid para cada dia de 2013

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A Impossible Project já disponibilizou em sua loja virtual o calendário 2013 com fotos Polaroid para cada dia do ano, tal qual fez este ano. É um item de bom gosto para ter em casa ou presentear. O calendário custa U$ 29, portanto, está isento de taxa de importação.

Mídia alternativa reivindica financiamento público e publicidade oficial

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A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados realizou ontem (12) audiência pública para debater as formas de financiamento de mídias alternativas. O evento foi solicitado pela deputada Luciana Santos (PCdoB-PE).

“Veículos alternativos de comunicação devem receber financiamento público”, defende o presidente da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), Renato Rovai. Para isso, ele propõe alternativas, como a criação de “critérios objetivos” para a distribuição das verbas oficias de publicidade por meio de lei.

O presidente da Altercom, que participou de audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para discutir o financiamento público de mídias alternativas, ressalta que já existem experiências bem sucedidas no País, como a compra de alimentos para as escolas públicas, com uma cota de 30% para a agricultura familiar. “Por que esse critério não pode ser utilizado para pequenas empresas de comunicação na hora de o governo comprar publicidade?”, questiona.


Democracia

Também defensor de financiamento público para os veículos alternativos de mídia, o coordenador-executivo do Coletivo Brasil de Comunicação Social (Intervozes), João Brant, acredita que somente desta forma será possível combater a concentração no mercado de comunicação e fortalecer a democracia no Brasil.O especialista argumentou que “outras políticas de fomento, como o fundo de financiamento do audiovisual, mostram o reconhecimento de que a diversidade cultural justifica investimento de volume significativo de recursos públicos”. E, para ele, uma parte dessas verbas deveria financiar o jornalismo alternativo.

Fundo especial

Rovai também reivindicou a criação de um fundo especial pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) para financiar pequenas empresas de comunicação. Segundo o presidente da Altercom, “as mídias alternativas não têm fontes de financiamento nem verbas publicitárias para seus projetos, mesmo tendo leitores”.Como exemplo, ele afirmou que, entre os 46% de brasileiros que costumam ler jornais, apenas 11,5% leem os jornais tradicionais. “O restante recorre a jornais de bairro, sites, blogs de internet”, sustentou. Apesar disso, conforme afirma, 70% das verbas federais de publicidade continuam sendo destinadas a apenas 10 veículos de comunicação, 40% apenas para o sistema Globo.

Rovai acrescentou que 100 milhões de brasileiros são usuários de internet, o que equivale a aproximadamente 50% da população do País. No entanto, apenas 6% das verbas publicitárias federais são destinadas a esse meio. “Quais são, então, os critérios técnicos utilizados?”, perguntou.

Eficiência

O diretor de Assuntos Legais da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Rodolfo Machado Moura, é contra a destinação de uma cota das verbas oficiais de publicidade a veículos alternativos. Em sua concepção, a escolha dos veículos que divulgam publicidade oficial deve, sim, obedecer a critérios de audiência. “O objetivo da publicidade governamental é dar publicidade aos atos oficiais, então tem de ser eficiente”, sustentou.

Para o financiamento dos veículos de comunicação alternativos, ele diz haver “outras formas”, como a utilização de recursos de fundos oficiais de fomento, por exemplo. Tanto Rovai quanto Brant também consideram essa uma boa alternativa. Mas garantem que, sozinha, não irá resolver o problema da concentração da mídia no País.

Conteúdo reproduzido da Agência Câmara